Opinião

Sensacionalismos

É importante que a comunicação social seja responsável. Se insistir em cair na tentação sensacionalista, tornar-se-á irrelevante e acabará por ser a maior vítima da decadência do Estado de Direito.

Cabelos ao vento no Irão

É impressionante como os iranianos na diáspora festejaram a morte do aiatola Khamenei, mostrando como estão fartos de ditadores.

Tempo de perguntas

Claramente, o cinzento não é a cor preferida de Passos Coelho, na prática política que defende. Já se tinha percebido, de intervenções dispersas, que não era preciso chamar um bruxo para adivinhar quem escolheria para dançar com ele a valsa. Agora, todas as dúvidas foram apagadas

A revolução que comeu os seus pais

Não há dúvidas de que a operação militar lançada pelos EUA em conjunto com Israel não obedece, em primeiro lugar, a um reflexo de generosidade humanitária, mas é Realpolitik pura e dura.

Portugal a ver passar os comboios

À hora em que escrevo esta crónica, a cidade do Porto está finalmente a testar pela primeira vez um transporte público chamado Metrobus. Diz que o Metrobus é uma mistura de eléctrico ou metropolitano com autocarro, mas na realidade é um autocarro com título fino, é como o mecânico a fazer-se passar por doutor. O marketing faz milagres.

A Semana (de 28 de fevereiro a 4 de março)

A oposição espanhola torna ainda mais importante o apoio português. Reforça a importância de Portugal, no contexto da Península Ibérica, na NATO
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Portugal, Irão e o Realismo baseado em valores

Num mundo tripolar, em transição para uma ordem multipolar instável, Estados de dimensão média como Portugal só são relevantes se souberem articular valores, interesses e uma estratégia de política externa consistente.

Por que é que tão poucos pagam tanto?

Cerca de 40% dos agregados familiares e das empresas não pagam qualquer imposto, ao passo que 23% dos contribuintes pagam 82% da receita do IRS e 3% das empresas garantem 70% da receita de IRC (valores para 2023, último ano para o qual existem dados da AT).

Será que o diabo, afinal, vem aí?

Além da guerra e da falta de reformas, há outros sinais muito preocupantes para o futuro próximo: o desaproveitamento do PRR e o esvaziamento dos cofres do Estado.

Diplomacia sem pés... nem Lisboa...

A diplomacia, como a economia, também obedece a uma lógica meritocrática.

Do mal o menos

Tal como no Irão, só a revolta interna dos oprimidos da federação e a perda do complexo de perseguição dos russos genuínos podem mudar as coisas. Mas isso não é de esperar de um povo que sempre se deixou governar por ditadores.

Ser aliado não é ser subalterno

A decisão do Governo português de autorizar os Estados Unidos a utilizarem a Base das Lajes volta a colocar Portugal perante um dilema antigo: até que ponto deve um país soberano subordinar a sua política externa aos interesses estratégicos de uma superpotência? A cedência agora feita, num contexto de elevada tensão internacional, é politicamente questionável e juridicamente inquietante.
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