Opinião

Do lado certo da História…

A História regista a indiferença com rigor. Não exige heroísmo, mas espera consistência e clareza. Isso manifesta-se através de ações concretas: afirmar, recusar ou não se calar, mesmo quando seria mais fácil. 

O medo da transparência 

Não sei francamente se ainda serei surpreendido por alguma coisa que aconteça neste País.

Lições de Budapeste

Apesar de ser um animal político intuitivo, Viktor Orbán deparou-se com os limites do sistema autocrático, formulados no século XIX pelo britânico Lord Acton: ‘O poder tende a corromper, o poder absoluto a corromper absolutamente’. 

Os crimes do PREC a nu

O período do Processo Revolucionário em Curso (PREC) ainda é, estupidamente, tema tabu. Factos são factos.

Um Conselho de Estado de Lisboa (com apontamentos periféricos)

O padrão repete-se: nomes com carreiras feitas em Lisboa, redes construídas em Lisboa e influência exercida a partir de Lisboa. Mesmo quando há origens geográficas distintas, isso pouco altera o essencial. Um percurso consolidado na capital pesa mais do que o local de nascimento.

A guerra que chega ao prato

Em plena sementeira da primavera, o setor agrícola enfrenta uma “tempestade perfeita”. O bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 33% do comércio mundial de fertilizantes, transformou uma tensão geopolítica num choque sistémico.

Com Ventura, os debates são políticos

Antes de mais, estava convencido que seria um debate intelectual entre um ‘historiador’ conhecedor e um populista ignorante (chegar ao estúdio com mais de dez livros é de um ridículo atroz, uma espécie de novo-riquismo intelectual). Enganou-se completamente.

Entre o Aumento da Fraude e a Escassez de Acusações – Criminalidade Económico-Financeira, o Paradoxo Português

Nunca soubemos tanto sobre Fraude e Corrupção, porém, talvez nunca tenhamos tido tanta dificuldade em atuar sobre ela.

Sem apelo nem agravo

As ‘polémicas instaladas’ e o anúncio aprazado e encapotado da saída do presidente do TC em exercício revelam uma total e coletiva falta de sentido de Estado.

Rui Borges quer enganar-se a si próprio?

O treinador do Sporting, após a eliminação na Champions, suscita uma boa reflexão: o futebol português está bom? Ele diz que sim, mas enferma de um problema global: a falta de MEN-TA-LI-DA-DE.

Eleições na Hungria: a Vitória da Democracia após 16 Anos de Orbán

Que os ventos democráticos que sopram na Hungria desde domingo tragam melhores condições de vida aos seus cidadãos.

O poder de decidir não é mais legítimo do que o dever de explicar

Os políticos têm a obrigação de atuar em nosso nome e no interesse coletivo. Isso implica que, em cada decisão relevante, sejam muito bem ponderados os benefícios e os custos das diferentes alternativas, e que a escolha recaia na solução que melhor serve ao país.
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