Opinião

A importância de ter um Presidente à altura das circunstâncias

Um Governo que falha numa calamidade, é uma instituição que não está a funcionar. Aí cabe ao PR intervir. Talvez os portugueses estejam dispostos a pensar duas vezes qual o seu voto de domingo. Não há bons modelos que resistam a más pessoas

Não há bons modelos que resistam a más pessoas

É mais provável que um modelo menos bom funcione bem, se servido por pessoas competentes e eticamente impecáveis, do que o contrário. Esta conclusão estende-se a muitas outras áreas, como as da Administração e das Empresas Públicas.

O triunvirato

O País vai passar a ser governado por um triunvirato: Montenegro, Ventura e no vértice, cá em baixo, o Presidente. A história não gosta de triunviratos...

Dois vencedores no domingo

A verdade é que tudo vai mudar, não a partir de Belém, de onde não virão turbulências para o regime, mas a partir do Parlamento onde o combate será mais efetivo.

O triunvirato socialista e as presidenciais

Fará sentido depois de tudo – das ambições desmesuradas de Sócrates, das fraquezas complacentes de Seguro, do maquiavelismo calculista de Costa – abrir novamente essa porta, num quadro em que a direita é maioritária?

Uma enxurrada de asneiras

Maria Lúcia Amaral tem com certeza muitos méritos, mas não faz a mínima ideia do papel que cabe à ministra da Administração Interna numa situação de crise como esta.

Os amorais

Kohlberg assume que um mais alto desenvolvimento moral aumenta a probabilidade de agir com mais ética.

Eles são Doutorados! Em Propaganda...

André Ventura também não resistiu à tentação de instrumentalizar a desgraça alheia para a fotografia. A distribuição de pequenos alimentos e meia dúzia de garrafas de água foi apresentada como gesto redentor, quando não passou de encenação. O mesmo que outrora tentou apagar um incêndio com um galho surge agora a ‘resolver’ uma catástrofe com água engarrafada. Não é ajuda; é propaganda. E em cenários de dor, a propaganda é obscena.

Marcelo: O Presidente Amigo

Nestes dez anos, Marcelo foi ‘o amigo mais certo das horas incertas’.

O fim de Peter

Peter Benjamin Mandelson, entretanto feito Baron Mandelson, é um personagem político do calibre de Boris Johnson, com duas desvantagens competitivas: não chegou a Primeiro-Ministro e desperta ódios generalizados e persistentes.

Centralismo, turismo e habitação: um círculo vicioso

Um estudo recente da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) mostra que o centralismo e a crescente especialização no turismo têm penalizado o crescimento económico e o nível de vida, agravando ainda as assimetrias regionais

Os ratos na literatura

Também do foro patológico parece ter sido a relação de Marcel Proust com os pequenos roedores
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