terça-feira, 12 mai. 2026

António Cluny

A responsabilização financeira dos decisores políticos

A fiscalização prévia do TC deveria contribuir para uma efetiva ‘responsabilização’ dos decisores políticos e gestores de topo da AP.

Cinquenta anos da Revolução e da Constituição da República

Do que se trata agora é, pois, de contrariar a persistente e insidiosa campanha política contra o 25 de Abril e a Constituição (CRP) que aqueles que se assumem claramente como defensores do antigo regime desenvolvem já com toda a desfaçatez.

O muro da mentira

A verdade, como a mentira, sempre foram instrumentos de guerra. Nunca, como hoje, elas ganharam, contudo, tamanha relevância estratégica no confronto entre blocos político-económicos que se digladiam, não já por motivos ideológicos, mas, declaradamente, tendo em vista apenas obter o domínio dos bens da Terra e os lucros resultantes do monopólio do seu negócio.

A Páscoa, o discurso Papal, o Ocidente e o negócio do petróleo

Nestes últimos vinte e cinco anos, abandonaram o Médio Oriente entre três e três milhões e meio de cristãos.

Irresponsáveis, sim!

Johann Chapoutot é Professor na Sorbonne e escreveu, em 2025, um livro que todos os democratas – todos mesmo – deviam ler: «OS IRRESPONSÁVEIS – Quem pôs Hitler no poder?»

O Visto Prévio do Tribunal de Contas e a corrupção II

Uma tal articulação das funções do TC evitaria, pois, que se criasse a ideia de que o que se pretende com o fim do VP [Visto Pévio] é acabar com o controlo externo da despesa pública concretizada por uma entidade oficial independente e, assim, com a responsabilização financeira (e não só) dos que mais podem e mandam.

O Visto Prévio do Tribunal de Contas e a corrupção

Muitas são as causas gerais da corrupção, mas cada país tem um ambiente próprio onde ela se desenvolve com mais facilidade.

‘Os factos são o que são!’

Em 2025/26, o Presidente dos EUA ameaçou integrar o Canadá no seu país e fez o mesmo em relação à Gronelândia.

'Muera la inteligencia! ¡Viva la muerte!'

O que hoje vemos nos ecrãs das televisões, como a revelação da realidade, é mais perturbador do que a ficção dos filmes que, há duas décadas, nos alertavam para o horror de um mundo devastado pela violência, imposta por senhores da guerra que não conheciam já a moral ou lei alguma, que não as da sua própria vontade.

O sentido da reforma laboral à margem da estratégia europeia do combate à pobreza

As peripécias que envolvem a discussão do ‘pacote laboral’ proposto pelo Governo parece não terem fim. 

O fascismo e os fascismos

O fascismo seduziu, nos anos trinta e quarenta do século passado, alguma da juventude da então frágil classe média portuguesa.

Tempestade perfeita (II)

Não foi por acaso que chamei ao meu anterior texto Tempestade Perfeita. Fi-lo na convicção de que as ‘tempestades’ que nos têm assolado revelaram, com a força do vento que as move, a fotografia mais nítida da atual impreparação do Estado.