quarta-feira, 10 jun. 2026

Diogo Pacheco de Amorim

A sobrevivência da Europa depende dos ‘populistas’

Razão pela qual a Europa hoje já se não senta à mesa dos grandes. E, como dizia um político particularmente realista: «Na mesa dos grandes, quem lá não está sentado, faz parte do menu».

A fraude dos novos valores europeus (II)

Esta é a ‘Europa’ de Bruxelas e estes são os seus valores e a sofisticada máquina para proteger estes anti-valores.

A fraude dos ‘novos valores europeus’

O eixo moral e antropológico da virtude cristã encontra-se nas quatro virtudes cardeais: prudência, justiça, fortaleza e temperança.

A velha e verdadeira Europa

O que hoje nos tentam vender como Europa, não passa de uma massa indefinida e amorfa de 27 estados amalgamados e sob férrea tutela de um número indefinido de oligarcas.

O povo vota errado?

Em toda a Europa - e para além dela - os partidos do centrão esgotam as suas últimas e já reduzidas energias a tentar tapar o caminho aos partidos de direita a que chamam populista ou radical.

Budapeste, Teerão, Paris, Berlim, Londres e Lisboa

Que Pacheco Pereira o tenha feito naquele debate da CNN como último recurso para atingir André Ventura, só o posso lamentar profundamente. Por ele, não por mim.

O Chega e a designação de juízes para o TC

Tudo o que o PS e os seus proxies vêm dizendo e o PSD vem calando, revela um abissal desprezo pela vontade popular manifesta pelo voto. Os eleitores saberão, atempadamente, responder aos dois partidos.

O inegável direito do Chega em propor um juiz para o TC

Nenhuma Constituição goza da imutabilidade sagrada das tábuas da lei dadas por Deus a Moisés. Particularmente a nossa, cujas origens foram muito mais terrenas, demasiado terrenas mesmo.

O único partido que se localiza na direita é o Chega

Todos sabemos onde começou essa partição, inicialmente ‘topológica’, entre esquerda e direita. Só que poucos refletem sobre a razão para que esses dois termos.

Vamos a uma mão cheia de lugares-comuns que enxameiam por aí

Meia dúzia de termos e expressões retiradas à sorte de um saco onde se somam inúmeros lugares-comuns, nenhum deles inocente. Dava para um livro de centenas de páginas. Talvez alguém o venha a escrever. Seria uma utilíssima tarefa.

O centro-direita, o centro e o centro-esquerda

Uma expressão de mau gosto pretende que ‘o Natal é quando uma pessoa quiser’. Em Portugal, isto tem uma versão política: ‘A Direita é aquilo que cada um quiser’. Direita é, hoje, um conceito fluido e meramente operacional, a ser usado conforme os momentos políticos e os interesses circunstanciais da bolha político-mediática.

Os eleitores de Direita estão a consolidar-se no Chega

Já se esgotou para o PPD/PSD o tempo da ambiguidade. Agora terá de ser ou PPD, no centro-direita, ou PSD, no centro-esquerda...