quarta-feira, 15 jul. 2026

José Cabrita Saraiva

Miguel Corrêa Monteiro: 'O historiador não é um juíz de mérito nem a História é um tribunal'

Combateu em Moçambique, por acreditar que só depois de os políticos definirem o futuro do Ultramar se poderia fazer a retirada das Forças Armadas. Terminou o curso de História depois da guerra e foi discípulo de Veríssimo Serrão. Diz que nunca viu o país tão dividido ideologicamente como agora.

Dia D: Sob Pressão. Como as condições atmosféricas ameaçaram o desembarque na Normandia

Entretanto, 156 mil homens, 7 mil navios e 11 mil aviões aguardam impacientemente a ordem de Eisenhower para avançar. Trata-se da maior operação anfíbia a que o mundo alguma vez assistiu

O bosque dos suicidas

Vimos a saber que o bosque é composto por almas que se transformaram em plantas bravias. Mais concretamente, por almas de suicidas, que tiraram a si mesmos a vida, e cujos corpos, presos em farrapos nas silvas, não poderão jamais recuperar.

Dante e os quatro gigantes do Renascimento 

Rafael e Miguel Ângelo pintaram retratos de Dante. Leonardo também terá admirado o poeta. 

Tom Gallagher: “A arrogância dos decisores liberais está a criar um clima de raiva e de revolta”

A propósito do seu mais recente livro, onde avalia de forma lúcida e imparcial a nossa história recente, o historiador britânico reflete sobre as duas grandes mudanças de regime, mas também sobre os tempos atuais. ‘A população está mal servida pelo mundo político’, acusa. 

Museu do Ar e do Espaço tenta recuperar altitude

Renovação não ficou barata. Contou com um orçamento de cerca de mil milhões de dólares, 650 milhões dos quais para os edifícios e 350 milhões para exposições. 

António Horta-Osório: "Sempre admirei a riqueza estratégica do xadrez, a sua profundidade intelectual e a sua aplicação à vida"

A coleção de conjuntos de xadrez antigos do banqueiro – possivelmente a melhor do mundo do seu género – acaba de ser revelada no 1.º volume de um sumptuoso catálogo. Ao SOL, Horta-Osório explica qual a origem da coleção e por que continua a entusiasmar-se com estes objetos requintados. 

Histórias de uma máquina de escrever

Numa faixa prateada lia-se: ‘made in jugoslavia’. Como foi estranho ver o nome de um país que já não existe!

João van Zeller: “Conheci Angola até ao âmago”

Viveu em Angola entre 1968 e 1975, com uma interrupçãopelo meio. Calcorreou o país de Norte a Sul, de Leste a Oeste, e presenciou as cerimónias mais impressionantes que imaginar se possa, como relata no livro Angola – Duas épocas: 1968-70, 1973-75. Recentemente, doou à Faculdade de Letras a sua Biblioteca Angolana ‘para as gerações vindouras estudarem a História de Angola e a História de Portugal’. Sem tabus nem cancelamentos.

David Hockney: a suprema alegria de estar vivo

Vivia fascinado com o mundo sensível e ficou célebre pelos quadros em que pintou os amigos, as piscinas da Califórnia e a natureza em festa. ‘Pintem aquilo de que gostam!’, aconselhava. Fumador inveterado, homossexual assumido e gigante da pintura, David Hockney morreu a um mês de fazer 89 anos.

Os sublinhadores implacáveis

Há sublinhados tão grossos que quase tapam as palavras, que estorvama leitura em vezde a facilitarem.

Alguém devia dizer a verdade a Ronaldo

Mete-se pelos olhos dentro que, apesar da sua longevidade espantosa como jogador, aos 41 anos Ronaldo já não está ao nível que se exige para a titularidade na seleção.