segunda-feira, 13 jul. 2026

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Wiriyamu: o perdão dos sobreviventes

O regresso de Antonino Melo ao local do massacre de Wiriyamu é um momento emocionante. O homem que comandou as forças portuguesas naquele dia inquieta-se: Como o receberão os sobreviventes que viram as suas famílias mortas? Remexer na História, em circunstâncias destas, é muito doloroso. Os negros desculpá-lo-ão, mas ele não ficará em paz. A recordação das valas que abriu, o cheiro dos corpos mortos, continuam a atormentar-lhe o espírito. É o quarto e último episódio de uma reportagem publicada por ocasião dos 25 anos da tragédia.
Wiriyamu: o perdão dos sobreviventes

Wiriyamu: O regresso de um comando

Vinte e cinco anos após o massacre em Wiriyamu e duas aldeias próximas, Felícia Cabrita volta a Moçambique em 1997 e leva uma companhia especial: o ex-alferes comando Antonino Melo, que liderou a força que praticou os crimes, cumprindo ordens. É um reencontro terrível com o passado. O militar descreve ainda as duras provas a que os comandos eram sujeitos na instrução, e explica como eram «treinados para matar».
Wiriyamu: O regresso de um comando

Wiriyamu: A reconstituição no local do crime (parte II)

O Nascer do Sol recorda os acontecimentos do episódio mais negro da guerra colonial (I parte publicada na revista Luz de 10 de setembro) através da investigação de Felícia Cabrita, que, em 1992 (ao serviço do Expresso), entrevistou os militares que participaram naqueles atos - e falaram pela primeira vez - e esteve em Moçambique com as vítimas. No início deste mês, António Costa pediu desculpa pelo massacre de Wiriyamu, que classificou como um ‘ato indesculpável que desonra’ a história de Portugal.
Wiriyamu: A reconstituição no local do crime (parte II)
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