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"Filomena Mónica disse-me que falava sobre tudo. Só havia um tema proibido"

A filha de Pulido Valente ameaçou processá-lo, a neta de Cunhal disse ‘cobras e lagartos’ dele, Saramago perguntou-lhe se ele era maluco e Lobo Antunes deitou os seus livros para o lixo. ‘Já tive experiências dramáticas’, recorda Céu e Silva, que acaba de dedicar um livro a Maria Filomena Mónica.
"Filomena Mónica disse-me que falava sobre tudo. Só havia um tema proibido"

O drama de um snob

Como sempre acontece quando morre alguém conhecido, Vasco Pulido Valente tornou-se, depois da morte, uma figura consensual, amada e respeitada por todos. Antes, era detestado nos mais variados quadrantes (e ele fazia por isso, convenhamos). Depois, passou a ser um génio e um santo – independente, corajoso, brilhante. Os meus leitores sabem que nunca fiz parte desta cultura de bajulação dos que, por terem morrido, já não fazem mal a ninguém.

Vasco Pulido Valente. O catequista da desolação

No dia em que fez 79 anos, morreu o cronista que há mais tempo detinha um posto sobranceiro de vigia entre nós. As muitas desilusões com a própria vida ligaram-se ao desencantamento com o país na sua prodigiosa missa negra.
Vasco Pulido Valente. O catequista da desolação

Vasco Pulido Valente fala de si próprio e de como podemos sair da crise

Última entrevista do escritor ao jornal i. 
Vasco Pulido Valente fala de si próprio e de como podemos sair da crise

Vasco Pulido Valente: O pessimista talentoso

Vasco Pulido Valente (1941-2020)
Vasco Pulido Valente: O pessimista talentoso

Figura da Semana. Vasco Pulido Valente: Um cronista que adora acidez e não gosta de açucar

Do alto dos seus 75 anos pode dizer que poucos entraram em tantas guerras, de palavras, como ele. Somou inimigos mas também admiradores. ‘Ganhou’ o ‘prémio’ de palavra do ano com a sua invenção da geringonça.
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