quinta-feira, 19 fev. 2026

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O Castelo Surrealista de Cesariny no MAAT

Não deixa de ser a homenagem possível, e mostra o muito que nos falta para chegarmos a coincidir com o balanço transgressivo e a força de libertação de uma das nossas aventuras artísticas mais pregnantes.
O Castelo Surrealista de Cesariny no MAAT

Um inédito de Fernando Pessoa num tempo em que seria de se exigir “pão para os vivos”

O culto de mortificação que se constrói hoje de forma simétrica ao regime da consagração literária voltou a ser exposto quando os jovens editores de uma revista literária sentiram necessidade de ir buscar uma banalíssima composição inédita de Fernando Pessoa para obterem um destaque nos jornais.
Um inédito de Fernando Pessoa num tempo em que seria de se exigir “pão para os vivos”

Mário Cesariny. A viagem de dez mil insurrectos num corpo só

Mais do que lançar o navio de espelhos no seu caminho, no centenário do poeta que suportou todo um porto clandestino contra adversidades absurdas, lembramos ainda Cesariny como esse antagonista central face a uma cultura perpetuamente enlutada, aquele que melhor confrontou, sem se deixar devorar, esse buraco negro em que Fernando Pessoa e os seus heterónimos foram transformados.
Mário Cesariny. A viagem de dez mil insurrectos num corpo só

Mário Cesariny. Algumas vezes foi preciso matar

No centenário do poeta, é bom lembrar como lhe devemos algumas das raras avenidas sem retrocesso que foram abertas no nosso idioma, e as suas imagens que riscaram em qualquer cela ou muro os horizontes mais esfuziantes, numa ânsia de escapar desta terra desolada que fez da língua que falamos uma das que hoje têm mais dentes.
Mário Cesariny. Algumas vezes foi preciso matar

Homoerotismo. A clandestinidade dos autênticos adolescentes

Uma nova antologia, belíssimamente ilustrada, em jeito de homenagem, com pinturas e desenhos de Cruzeiro Seixas, oferece-nos uma panorâmica abrangente e talvez excessivamente inclusiva das representações do homoerotismo na poesia portuguesa desde os cancioneiros medievais galaico-portugueses até aos dias de hoje.
Homoerotismo. A clandestinidade dos autênticos adolescentes

Nunes da Rocha: ‘Há mais humanidade no balcão de uma tasca do que nos salões literários’

Se já lhe tocou a noção de que «uma angústia em chinelos [pode ser] grandiosa como um título de jornal», talvez seja este o seu poeta, aquele que o pode reconciliar com a velha arte, a que se evadia dos salões para dar o ouvido ao ocasional «rouxinol dos desvãos do mundo». 
Nunes da Rocha: ‘Há mais humanidade no balcão de uma tasca do que nos salões literários’

Rimbaud. Um reflexo contido do mais subversivo dos poetas

A Relógio D’Água cicatriza finalmente uma das maiores lacunas no meio editorial português, publicando a obra reunida do miúdo a quem chamaram um «místico em estado selvagem»
Rimbaud. Um reflexo contido do mais subversivo dos poetas

Mário Cesariny. O Sonhador Impenitente.

Deste poeta-pintor sempre se pôde esperar o inesperado. Figura maior do Grupo Surrealista de Lisboa, insurgiu-se contra o seu próprio nome, recusando uma identidade socialmente imposta para se assumir enquanto poeta, para viver livremente em poesia
Mário Cesariny. O Sonhador Impenitente.

Mário Cesariny. O pintor que sujava de luz tempos muito escuros

CCB acolhe uma pequena mostra antológica da obra plástica de Cesariny num ano em que uma série de evocações tentarão retribuir os anos roubados à grandeza de um artista obrigado a dobrar-se por causa do tecto muito baixo do país. 
Mário Cesariny. O pintor que sujava de luz tempos muito escuros

Cruzeiro Seixas e Cesariny. Um desmedido desejo de amizade

Estreia hoje um diálogo entre dois vultos decisivos do nosso surrealismo, num desencontro assombrado que da vida passa ao cinema, com “As Cartas do Rei Artur” e o mais antigo e agora recuperado “Autografia”
Cruzeiro Seixas e Cesariny. Um desmedido desejo de amizade

Tributo a Mário Cesariny, nos dez anos da sua morte

Texto lido hoje por José Manuel dos Santos na cerimónia que assinalou a transladação dos restos mortais de Cesariny de um gavetão anónimo para um jazigo individual no Cemitério dos Prazeres dez anos depois da sua morte
Tributo a Mário Cesariny, nos dez anos da sua morte

Restos mortais de Cesariny trasladados para Cemitério dos Prazeres

A cerimónia assinala o 10.º aniversário da morte do artista plástico
Restos mortais de Cesariny trasladados para Cemitério dos Prazeres
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