sexta-feira, 12 jun. 2026

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Luiz Pacheco. O combate ao meio literário

Eis-nos sobre o centenário do Libertino, o mais insolente dos nossos polemistas, um cronista e crítico ferocíssimo, e o editor que delineou a estratégia de contraponto, um modo de resistência e desacato que inspirou aquilo que, nas últimas décadas, de melhor se fez na edição independente.
Luiz Pacheco. O combate ao meio literário

Luiz Pacheco. “Meu Deus, que caras que nós temos!”

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Luiz Pacheco. “Meu Deus, que caras que nós temos!”

Dez anos depois, quem (ainda) tem medo do Luiz Pacheco?

Em Janeiro de 2008 desaparecia o escritor que, a contragosto, e a suas expensas, foi declarado maldito, sendo-lhe movido um ardiloso processo para fazer dele um ser excremencial, um emplastro dado a todo o tipo de sacanices. 10 anos depois, o louvor e simplificação tem mostrado igual engenho em fazer do diabo um mero palhacito do folclore urbano de uma cidade e de um tempo entretanto desaparecidos 

João Pedro George. "A promiscuidade no meio cultural é asquerosa"

Era uma vez um país anão e algo abominável que, entre beatas e comadres, lá produziu uns diabos mais e menos pobres mas com muita graça, tanta que, décadas depois, o seu riso podre nos soa cada vez mais saudável. Luiz Pacheco e Laureano Barros, o libertino e o bibliófilo, foram a nossa versão da fábula da cigarra e da formiga. 

Grupo do Gelo. Seis décadas de um café à beira do abismo

Há 60 anos, um grupo de jovens indómitos começou a frequentar o Café Gelo, no Rossio. Unidos por divergências comuns, criaram um «exílio criativo» que teve enorme repercussão na arte portuguesa do século XX.
Grupo do Gelo. Seis décadas de um café à beira do abismo
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