sábado, 17 jan. 2026

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Um jornal com as costas largas

Retirámos o texto definitivamente do site (mantendo, no entanto, as ditas desculpas). E como consequência Lemos Esteves deixou de ser colaborador.
Um jornal com as costas largas

Opinião. Democratas apoiam Presidente Trump: Jerusalém é a Capital (já) indiscutível do Estado de Israel

As teorias da conspiração e da negação são veneno puro para o regime democrático.

Opinião: Criminosos Pablito/Zapatero: o Rei Emérito Juan Carlos e o CNI salvarão Espanha

 Tal como na Colômbia a esquerda moveu o aparelho de poder para perseguir Álvaro Uribe – o inimigo das FARC - , em Espanha, a extrema-esquerda de Pablito Iglésias e a esquerda extremamente indecente de Zapatero estão manobrando as suas toupeiras nos serviços de segurança e de inteligência para descredibilizar, matar a honra daquele que é o único obstáculo à sua tentativa de destruição do Reino de Espanha: o Rei Emérito Juan Carlos I. 

João Lemos Esteves. ‘Trump é o contrário de um racista e de um xenófobo’

O professor de Direito considera que o presidente dos EUA teve um primeiro ano de mandato “extremamente positivo” e que as alterações que Trump fez à sua equipa só a tornaram ainda mais forte.
João Lemos Esteves. ‘Trump é o contrário de um racista e de um xenófobo’

Privatização da TAP: António Costa prejudica os interesses de Portugal!

Conhecemos na última quinta-feira a decisão do Governo quanto ao futuro da TAP. A privatização da TAP é uma medida que já constava do programa do Governo de Passos Coelho e, portanto, é sempre de salutar o cumprimento das promessas feitas pelos políticos aos seus eleitores. Será esta uma privatização motivada por uma agenda ideológica ou um mesmo por um fanatismo neo-liberal, como os socialistas pretendem  “vender” esta opção do Governo? Não – nem pouco mais ou menos.

Pacheco Pereira: futuro Ministro de António Costa?

António Costa Sócrates, como se esperava, já goza de um clima de adoração inusitada por parte de uma certa comunicação social. Já se esperava: António Costa, embora seja um político apenas razoável, beneficia de um conjunto de condições objectivas (que não são mérito seu, mas mero fruto do acaso) que fazem com que pareça ser um “grande político” ou o homem da “salvação nacional”. É conhecida a expressão de Emídio Rangel segundo a qual a televisão cria Primeiros-Ministros como vende sabonetes. António Costa é o sabonete mais flagrante da política portuguesa: alguém que só com muita dificuldade chegaria (sequer) a líder de um dos maiores partidos portugueses, é tido como o supra-sumo da classe política nacional. António Costa é, pois, a prova viva da tese de Emídio Rangel: os sabonetes, na política Pátria, vencem sempre!

Processo Face Oculta: Acabou a impunidade em Portugal?

  

Elina Fraga: uma “Marinho Pinto” com saias?

1. Nas equipas de futebol, quando não há liderança e gestão estratégica, as individualidades começam a querer vencer os jogos através de jogadas individuais brilhantes cada uma fazendo o que consideram mais correcto. Na política, e no interior dos Governos, a realidade é idêntica: quando não gestão política estratégica, não há uma liderança forte e carismática do líder, então começam os vários Ministros a querer assumir a liderança e a resolver individualmente o jogo, isto é, a capitalizar as suas iniciativas públicas (as mais favoráveis) para a sua popularidade, equacionando os seus voos políticos, num futuro mais ou menos longínquo. É o que se passa actualmente com o Governo de Passos Coelho. Basta analisar com atenção as várias entrevistas dadas esta semana pela Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz.

António Guterres: um candidato atirado pelo caso BES!

Aí está: as dúvidas dissipam-se hoje com a notícia que faz a manchete do jornal SOL (a edição desta sexta-feira é obrigatória para todos os cidadãos interessados no futuro político de Portugal). António Guterres vai candidatar-se à Presidência da República em 2016. O próprio já terá comunicado a Jorge Coelho (seu pivot político residente) e até aos candidatos à liderança do PS, António José Seguro e António Costa.  O que levou Guterres a tomar a decisão de avançar? Quatro razões. Vejamo-las:
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