segunda-feira, 19 jan. 2026

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Munique. Estar aqui como em casa

Ter tantas saudades de Portugal e encontrá-lo já aqui, quase ao virar da esquina, ainda antes de apanharmos o avião para casa. 

Munique. Portugal palpita no coração da cidade alemã

Trotinetes, bicicletas e muito verde. As folhas amarelas e vermelhas pintam o chão da cidade. Munique está cheia de sol, mas é no primeiro restaurante português da cidade que encontramos o verdadeiro significado de calor

Viena. Viemos bater à porta da Klimt Villa

Longe do centro e escondida dos olhares mais desatentos fica a casa onde, entre 1911 e 1918, o pintor austríaco Gustav Klimt criou as suas últimas obras. 
Viena. Viemos bater à porta  da Klimt Villa

Viena. Aqui se juntam os resistentes da literatura austríaca

Depois de deixarmos a escura Budapeste, chegamos a uma Viena iluminada cheia de pessoas que nos sorriem. Numa antiga fábrica de locomotivas encontrámos um dos palcos da cultura alternativa da cidade

Hungria. “Estão a falsificar a nossa história”

Em Budapeste sente-se a pressão de um governo ditatorial e nacionalista que tenta alterar o passado em proveito próprio. Mas há ativistas que não desistem de manter vivo o respeito pelas vítimas da história de um país que parece ter esquecido o seu legado

Migrantes. Na Sérvia o pesadelo ainda não acabou

A fronteira da Sérvia foi a mais complicada de passar. Mandam-nos sair do autocarro, abrem-se todos os possíveis compartimentos e percebemos mais tarde que a situação do tráfico de migrantes assim o exige. Os que trabalham com o assunto contam-nos que a Sérvia está lotada e os que vieram a sonhar com a Europa não têm onde ficar

Skopje. "Welcome to Disneyland" [Fotos]

O projeto chama-se Skopje 2014, é financiado pelo governo e pretende cobrir a cidade de um tom mais histórico, mais imperialista... “mais kitsch”, dirão os críticos. E conseguiu: cerca de 500 milhões de euros depois, a capital da Macedónia é agora um parque de diversões neoclássico onde talvez haja mais estátuas do que pessoas. 

Macedónia. Viagem à capital europeia do kitsch

Ao visitar a capital da Macedónia fica-se com a sensação de que as ruas foram invadidas por seres inanimados de bronze, de todos os tamanhos e feitios. A estética é questionável, o número total de estátuas, ninguém sabe ao certo

Kosovo. “Newborn”, o país da fronteira picotada

São reconhecidos, mas apenas por 111 Estados-membros das Nações Unidas. São kosovares, mas falam, oficialmente, albanês e sérvio. Estiveram em guerra até 1999, mas são talvez o povo mais hospitaleiro que conhecemos nesta viagem. 

Kosovo. “Não sonhas com mais quando não conheces melhor”

Eram crianças quando foram enviados como refugiados para outros países, assim que rebentou a guerra. Hoje não há espaço para muitos sonhos, já que não podem conhecer o que há para lá das fronteiras de alguns dos países vizinhos

Pristina. No Kosovo dos pequeninos

Viemos a Pristina desmistificar o Kosovo, aquele buraco negro que os anos semearam na nossa mente.  E encontrámos cor, luz, e desmistificámos tanto que, quem sabe, talvez até pudéssemos ficar aqui a viver. 

Kosovo. Do secretismo da fronteira à surpresa de Pristina

Chegar ao Kosovo foi como entrar num portal para um mundo novo. Os mitos, o secretismo e a opinião dos que estão de fora passam a fazer pouco sentido quando se chega a Pristina, a capital do país independente desde 2008
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