quarta-feira, 14 jan. 2026

editorial

O primeiro político da história da democracia que tem o dom da ubiquidade

A presença de André Ventura nos cartazes das autárquicas é um poderoso atestado de menoridade que passa aos seus próprios candidatos.

Os bombeiros apagam fogos, mas não resolvem o problema

Os fogos de verão são, em grande medida, um retrato da estratégia - ou falta dela - que vota uma parte significativa do território ao esquecimento e ao abandono.

Perplexidades de Portugal

Na véspera do julgamento, Sócrates exibiu publicamente as possibilidades financeiras que diz não ter: apresentou um advogado estrela belga numa conferência de imprensa em Bruxelas onde a única pergunta que deveria ter sido feita era ‘quem pagou aquilo tudo?’

De certezas absolutas está o inferno cheio

O que se passa nas televisões, com o propagar de certezas absolutas muitas vezes desmentidas no dia seguinte pela realidade, não passa de um constante achismo. Um espetáculo de entretenimento disfarçado de análise. Ou pior, de informação – que é o que realmente falta.

Pequeno contributo para a reforma do Estado

A bem da transparência, seria fundamental que o Executivo instituísse a obrigatoriedade de as instituições públicas cumprirem a lei de imprensa - que já prevê o direito dos jornalistas à informação - e que sancionasse de forma pesada os incumpridores.

Perceções e realidades

A agressão, grave e inaceitável, ao ator Adérito Lopes, cometida por um racista acabou por misturar-se e ofuscar um ato realmente racista ocorrido numa cerimónia do 10 de junho: os insultos proferidos contra o sheik Munir, imã da mesquita de Lisboa

Unanimidade e falta de debate

O apoio unânime a José Luís Carneiro aparenta ter sido cozinhado nos bastidores por uma oligarquia que comanda os destinos do PS em função dos seus interesses pessoais mas que é apresentada como uma necessidade: a de mostrar unidade antes das eleições autárquicas.

A fragilidade do nosso quotidiano

O fornecimento estável e contínuo de energia elétrica está na base do funcionamento das nossas sociedades. A forma como foi possível esse fluxo ser quebrado põe em causa esse funcionamento. Para já, merece reflexão - e depois ação.

O mundo perdeu um homem bom

Mostrar convicções e ser coerente é algo que hoje em dia parece ter caído em desuso na política portuguesa. A morte de Francisco é um exemplo disso mesmo. Felizmente os eleitores sabem distinguir as reações sinceras das oportunistas.   

A nossa ‘surpresa de outubro’?

Os dois principais candidatos a primeiro-ministro têm a decorrer no Ministério Público averiguações preventivas sobre a sua conduta em assuntos e negócios privados. Ambos dispõem das mesmas armas para se atacarem mutuamente. Esta não é uma boa notícia para ninguém.

A maior transformação da democracia

Nenhum país de pequena dimensão como Portugal está preparado para receber e integrar condignamente 1,2 milhões de pessoas em sete ou oito anos. Esta é a maior transformação social dos últimos 50 anos. Há que lidar com ela antes que expluda, como aconteceu noutros países da Europa.

Um compromisso com os leitores

Em mente temos apenas um objetivo: prestar um bom serviço ao leitor e à comunidade. Com firmeza, coragem, honestidade e transparência. É para o leitor que trabalhamos, é para ele que existimos, é no seu interesse que questionamos todos os poderes.
Patrocinados