quarta-feira, 10 jun. 2026

Retratos Contados

Fonte de conhecimento

Um homem com uma caneta tem mais poder do que um homem com uma faca?! Resume perfeitamente a vida do escritor. As ideias e a literatura resistem ao tempo, enquanto a violência física é limitada. 

Rua Sésamo

Atualmente os miúdos têm tablets, inteligência artificial, redes sociais… Nós tínhamos um monstro azul viciado em bolachas.

Desigualdades

As desigualdades têm sido uma constante ao longo da história!

Peregrinações

Peregrinar não é só chegar lá. É perceber que, entre dores nos pés e gargalhadas pelo caminho, as pessoas vão ficando mais leves por dentro. Isso, nem precisa de milagre para acontecer.

Mãe

Neste Dia da Mãe, entre as flores, os chocolates e os posts bonitos, há uma coisa que continua igual: a importância delas não cabe num dia. Cabe na vida toda.

Abril, meu amigo abril

Há coisas que, mesmo antigas, continuam a ser fundamentais – a liberdade, a democracia e o direito de dizer “isto não está bem” sem medos!

Tudo isto é Fado

Já vi e já vivi muitas coisas nesta vida… mas poucas tão sérias como um bom fado. Felizmente, não segui a vocação do meu avô Alberto, que gostava de cantar fado depois de dois copos de tinto. O fado não é só música, é terapia: choramos, suspiramos e acabamos a aplaudir.

O Comunicador

Há uma coisa extraordinária na rádio: nós imaginamos sempre o rosto da voz. Durante muitos anos, muitos de nós pensámos que António tinha dois metros de altura, cabelo ao vento e uma capa de super-herói… tudo porque aquela voz tinha autoridade suficiente para organizar e fazer parar a manhã de um país inteiro. Como sabes, só um super-herói tem poderes para tal.

Dia Mundial da Rádio

A rádio desempenha um papel fundamental na vida dos mais velhos, funcionando como uma companhia constante que combate a solidão, traz informações e estimula a memória. Para muitos idosos, é um meio de comunicação de fácil acesso e grande credibilidade, facilitando a conexão com o mundo exterior e reduzindo o sentimento de isolamento social.

Vamos ao Cinema

Cresce-se a ver o mundo num ecrã cada vez menor… O cinema ensinou-me a ficar quieto no escuro, a partilhar o silêncio com desconhecidos, a rir e a comover-me ao mesmo tempo que os outros. Hoje vê-se filmes num tablet, às vezes no telefone, e o Vagabundo cabe na palma da mão.

Falando de postais uma vez mais

Normalmente mandamos um postal a uma pessoa, essa pessoa agradece e passamos a outra. Mas às vezes, vá-se lá saber porquê, criamos uma certa empatia com um ou outro e ficamos a escrever-lhe particularmente. Foi o que aconteceu com a Maria Maitikainem, uma finlandesa, a viver na Alemanha. Trocamos imensos postais e cartas. No Natal mandava-me pequenos presépios para a minha coleção.

Tradições Familiares

Nos anos 70 e 80, o mais importante era o encontro familiar ou de amigos. Ficávamos horas a rir, a conversar, até a discutir um pouco, mas tudo na brincadeira. Hoje, mesmo com jogos mais modernos, o bom é que ainda junta as pessoas. A alegria de jogar em família continua igual.
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