segunda-feira, 17 ago. 2026

Plenos poderes

O Mundial da FIFA

A credibilidade de um campeonato depende da confiança que inspira. Quando se perde, perde o futebol. Mas o problema não termina na FIFA. Também a UEFA tem razões para refletir.

Por que não falta agua

A distribuição de água não se improvisa. Depende de planeamento, do modo como se estima a evolução do consumo e de como se adapta a capacidade, de como se gere a rede.

A nova guerra

A guerra contemporânea obriga a compreender como as tecnologias e procedimentos mudam o arsenal, mas também o comportamento das organizações e das pessoas – o modo como se movimentam, o que consideram aceitável, quando arriscam e quando recuam.

Como usar a IA para descentralizar

A IA pode permitir uma revolução ou pode ser só cosmética. Se for usada para centralizar ainda mais, então é dinheiro mal gasto em mais um sistema para acelerar o carrossel do mesmo centralismo.

A conta que falta

Mesmo que a mobilidade automóvel global aumente 5%, as emissões de CO2 deverão diminuir 10%. É um paradoxo do qual a política raramente entrega o mérito: mais energia em circulação, menos carbono no fim do trajeto.

Lições com 100 anos

Ao assinalarmos o centenário do fim da 1.ª República, devemos refletir não apenas sobre o que falhou mas, sobretudo, sobre os ensinamentos que se mantêm relevantes.

As lições da crise

A transição energética para fontes renováveis, ao estar a ser impulsionada a nível global por questões de soberania e segurança económicas, sobrepõe-se às ideologias negacionistas e gera um incentivo novo e uma urgência que podem ser determinantes e vitais.

Fiat justitia

Para outros traficantes fica o precedente: não há necessidade de recorrerem ao branqueamento porque basta pedirem à mãe o acesso a um gavetão. Nos bairros, a tragédia perdurará.

Brincar com o fogo

Face à libertação, podemos concluir que não há indícios suficientes? Ou será que a morosidade processual não permite que permaneçam em prisão preventiva? Ou entende o sistema judicial que esta medida de coação não se justifica?

Direito de pernada sobre a cultura

Museu do Aljube: Rita Rato não foi reconduzida para um terceiro mandato. E isso inflamou as suas clientelas: a esquerda radical, alinhada com alguns comentadores de direita.

Sensacionalismos

É importante que a comunicação social seja responsável. Se insistir em cair na tentação sensacionalista, tornar-se-á irrelevante e acabará por ser a maior vítima da decadência do Estado de Direito.

O complicómetro

Um Estado que não se reforma estagna e degrada-se. E o nosso tem escapado a qualquer reforma. Nos últimos 40 anos, os únicos governos que as concretizaram foram os de Cavaco Silva...
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