terça-feira, 18 ago. 2026

Literatura Portuguesa

Recordando Maria do Carmo Vieira

Recuperamos esta entrevista com Maria do Carmo Vieira, uma voz marcante na reflexão sobre o ensino em Portugal, que deixou um legado de pensamento e intervenção na educação. As suas respostas mantêm-se atuais e ajudam a revisitar desafios que, apesar dos anos, continuam presentes nas escolas portuguesas.
Recordando Maria do Carmo Vieira

A literatura portuguesa volta a ser premiada: Lídia Jorge distinguida com Prémio Camões

Em 2025, Lídia Jorge foi distinguida com o Prémio Pessoa, e agora, em 2026, foi a terceira mulher escritora consecutiva a receber o prémio Camões.
A literatura portuguesa volta a ser premiada: Lídia Jorge distinguida com Prémio Camões

Pedro Rapoula: ‘Separei sempre a minha vida literária da minha vida política’

Oriundo de uma família muito tradicional, sentiu a necessidade de se expressar através da poesia e acaba de apresentar o seu segundo livro, Coisas que me Ensinaram a Calar. Foi assessor de Cavaco Silva, viveu dez anos na Colômbia e atualmente é chefe de gabinete do ministro Gonçalo Matias. Embora tenha um percurso feito na política, prefere definir-se como ‘tradutor com ação cívica’.
Pedro Rapoula: ‘Separei sempre a minha vida literária da minha vida política’

Rita Marnoto: "Falta-nos a combatividade e a clarividência de Camões"

Nomeada em 2021 comissária-geral das comemorações do V centenário do Nascimento de Camões, acabou afastada do lugar. Ficou ‘desapontada’, mas não guarda qualquer mágoa. Até porque pôde continuar a dedicar-se àquilo que mais gosta de fazer: estudar e ensinar Camões.
Rita Marnoto: "Falta-nos a combatividade e a clarividência de Camões"

Rui de Azevedo Teixeira: “O romance é uma área de liberdade tremenda.Pode-se pôr lá tudo”

A propósito do seu mais recente livro, o autor fala-nos sobre a arte da escrita e os temas que o fascinam: a Terra, Portugal, o império e a mulher, mas também a violência, que testemunhou em abundância na guerra colonial. ‘Os dois temas eternos da literatura são a guerra e o amor. E não acredito que deixem de ser’.
Rui de Azevedo Teixeira: “O romance é uma área de liberdade tremenda.Pode-se pôr lá tudo”

António Lobo Antunes: A catedral de ninharias

Entre os tantos enredos daninhos que subscrevemos, ele respondia por aquela sede de linhas imortais, transmitindo-nos aquela desesperada obstinação do seu ofício, como  se não restasse outro sinal de valentia senão escrever diante  do vazio, acatar a pobreza essencial dos elementos mais comuns, banais, esses gestos e ações dos quais tem de se  fazer uma vida atrás de outra, sem a menor ilusão de se ser resgatado; escrever sobre tudo isso tendo a coragem  de estender a mão para a realidade e pedir-lhe outra esmola.
António Lobo Antunes: A catedral de ninharias

As coisas aqui em baixo

António Lobo Antunes fez do leitor – provocado, investido, ferido, apontado nas suas insuficiências, incapacidades, nas derrotas a que o tempo, uma vez expirado, o sujeita – um alvo. 
As coisas aqui em baixo

Mário Zambujal. Um adeus às lendas da madrugada

1936-2026. Entre a fauna do Bairro Alto e dos jornais, foi um dos capitães das noites.
Mário Zambujal. Um adeus às lendas da madrugada

Gonçalo M. Tavares contribuiu para ‘enriquecer a grande literatura’

Gonçalo M. Tavares acaba de ganhar o Prémio Formentor de Letras, um dos mais prestigiados da literatura internacional, tornando-se o primeiro escritor português a receber a distinção.
Gonçalo M. Tavares contribuiu para ‘enriquecer a grande literatura’

Livro inédito de poemas de António Lobo Antunes vai ser publicado em abril

Obra reúne textos que o escritor foi escrevendo ao longo da vida. A edição chega após a morte de um dos nomes maiores da literatura portuguesa.
Livro inédito de poemas de António Lobo Antunes vai ser publicado em abril

António Lobo Antunes. Ter estômago para digerir o fim do mundo

O nosso último gigante nas letras mundiais morreu aos 83 anos deixando uma obra irascível, desequilibrada, torrencial, e que representou um dos mais decisivos confrontos com a memória e a nossa história recente, a guerra colonial e o desfecho do império, a desagregação e a senilidade da condição de vida burguesa.
António Lobo Antunes. Ter estômago para digerir o fim do mundo

Governo decreta luto nacional no sábado pela morte de António Lobo Antunes. Reações em homenagem ao escritor multiplicam-se

O escritor António Lobo Antunes morreu esta quinta-feira, dia 5 de março, com 83 anos.
Governo decreta luto nacional no sábado pela morte de António Lobo Antunes. Reações em homenagem ao escritor multiplicam-se
Patrocinados