quarta-feira, 19 ago. 2026

Hoje Escrevo Eu

O saco de boxe

Luís Montenegro estudou bem a lição de António Costa. Quem não se lembra do tempo que o PM socialista levou para substituir um MAI amigo e ferido de morte?

Por que te calas?

António José Seguro não quererá – nem, mesmo querendo, poderia – ser como Marcelo Rebelo de Sousa. Mas manter-se mudo e quedo, com o que se está a passar, também não pode.

Olhe, pai do Dr. Nuno, perdoe-lhe!

Deixemo-nos de hipocrisias. Uma república das bananas não pode ter leis de primeiro mundo. Se as leis têm malha fina e são para ser letra morta, então mudem-se as leis.

Não, Senhor Ministro!

Acredito na seriedade de Luís Neves, que é um bom ministro. Mas devia ter-se ficado pelo reconhecimento de uma imprudência e corrigir de imediato o que fez mal feito.

Sodade des nha térra

A humildade, a disciplina tática, o querer e uma enorme entrega foi a diferença de uma equipa que se fez grande em relação às grandes que já saíram pela porta pequena.

Justiça em ponto morto

Rita Alarcão Júdice foi uma das melhores surpresas de Luís Montenegro. Mas, passados dois anos e meio no Ministério da Justiça, revela-se uma das maiores desilusões.

As três estrelas da Anadia

O Congresso da Anadia teve história. Não com os ministros a prestarem vassalagem ao líder, mas com Santana a marcar terreno como Mendes em Braga e Bugalho a posicionar-se. 

Três bengaladas na cartola, três beijos e um pontapé

Passou tão pouco tempo e já voltámos a gostar de ouvir o que Marcelo tem para dizer. Como o elogio ao discurso do seu sucessor no 10 de Junho. Quem sabe, nunca esquece.

Somos todos Portugal

Cristiano Ronaldo joga a sua última grande competição pela Seleção. Aos 41 anos. Diga-se o que se disser, merece estar na equipa que recolocou no topo do futebol mundial.

Não há lítio no Beato

Se Merz diz que os EUA já nada têm a ver com o sonho americano, bem poderia também dizer que há um país que continua a ser o pesadelo das oportunidades perdidas.

Eles fazem falta

São, provavelmente, as duas personalidades mais odiadas pela esquerda. Um, o principal ator político dos 50 anos passados em democracia. O outro, desejado à direita para o futuro.

Quando o pão que comes sabe a lagosta

A que sabe um pão? A farinha? A fermento? A sal? A água? Um pão, simplesmente, sabe bem. E sabe tanto melhor quanto maior for a sua falta...  ou a fome.
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