terça-feira, 09 jun. 2026

A Semana

As greves gerais são à segunda-feira, à sexta-feira e nas vésperas de feriados

As greves gerais também servem para os grupos de extrema-esquerda andarem à pancada com a Polícia. À medida que as esquerdas perdem votos, tornam-se mais violentas. Em Portugal e no resto da Europa. Vão habituando-se.

O PS lidera os estudos de opinião

José Luís Carneiro tem que ser cuidadoso com o modo como interpreta os estudos de opinião. Sobretudo, deve resistir a tentações. O líder do PS vive com um fantasma: ser o António José Seguro de 2028. Ainda não sabe quem desempenhará o papel de António Costa, mas não faltarão candidatos.

A administração da RTP, além de incompetente, não tem vergonha alguma

Isto significa que os membros do Conselho de Administração não só são incompetentes, como não têm vergonha alguma. Mas, pior de tudo, gozam com os contribuintes portugueses que pagam os seus ordenados e os prejuízos da RTP.

Ventura: da demagogia ao socialismo

O Chega irá perder votos entre os mais jovens que estão fartos de políticos que defendem sobretudo os interesses dos mais velhos.

O ego de Pedro Nuno Santos

Como ministro meteu-se em inúmeras trapalhadas, e saiu muito caro aos portugueses com a nacionalização desastrosa da TAP. Como líder do PS, sofreu a pior derrota da história do partido, reduzindo-o ao terceiro lugar parlamentar, o que nunca tinha acontecido aos socialistas. Ora, não conseguiu ficar mais de seis meses em silêncio.

O multilateralismo de Sánchez e a legalização dos imigrantes em Espanha 

Os novos imigrantes legais em Espanha podem agora mudar-se para Portugal, para França, para a Alemanha, para a Itália, e assim sucessivamente. É este o entendimento de Sánchez do ‘multilateralismo progressista’ que defendeu em Barcelona.

Com Ventura, os debates são políticos

Antes de mais, estava convencido que seria um debate intelectual entre um ‘historiador’ conhecedor e um populista ignorante (chegar ao estúdio com mais de dez livros é de um ridículo atroz, uma espécie de novo-riquismo intelectual). Enganou-se completamente.

A Semana (de 21 a 25 de março)

Sabemos que o novo ministro da Administração Interna presta muita atenção à violência dos grupos de extrema-direita. Esperemos que também tenha tempo para olhar para a violência das extremas-esquerdas. E, além de olhar, de fazer alguma coisa.

A Semana (de 14 a 19 de março)

A última vez que olhei para o mapa do mundo, vi que o Irão está muito mais próximo da Europa do que dos Estados Unidos. Aqueles que na Europa ainda acreditam que o Irão com capacidade nuclear apenas ameaça Israel não percebem a natureza e a história do regime iraniano.

A Semana (de 28 de fevereiro a 4 de março)

A oposição espanhola torna ainda mais importante o apoio português. Reforça a importância de Portugal, no contexto da Península Ibérica, na NATO

A Semana (de 14 a 19 de fevereiro)

Nenhum governo do mundo consegue travar tempestades, mas é inaceitável que regiões do país tenham estado sem energia e sem comunicações durante semanas. O Governo deve empenhar-se na execução de um grande programa de investimentos em infraestruturas nas regiões do centro do país.

A Semana (8 a 12 de fevereiro)

Em democracia, não há vencedores injustos. Dito isto, a dimensão da vitória não será uma fonte de poder e de influência. O poder conquista-se com o exercício das funções. Daqui a uns meses já ninguém se lembra da votação de Seguro.
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