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Se costuma sofrer com alergias em anos ditos "normais", esteja atento a este ano que poderá ter sintomas agravados: especialmente esta semana.
As regiões do Alentejo, Algarve e Lisboa terão um risco elevado a moderado de concentração de pólen, de acordo com o Boletim Polínico da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC). O resto do país pode estar mais descansado, com um risco moderado a baixo.
A previsão para esta semana, até 26 de março, destaca os "grãos provenientes das árvores cipreste, plátano, pinheiro, carvalhos, sobreiro e azinheiras e ervas urtiga, gramíneas, azeda e urticáceas".
Na região Entre Douro e Minho, Beira Litoral e Castelo Branco (Beira Interior), o risco é moderado, destacando-se os grãos dos ciprestes, plátanos e eucaliptos e das ervas urtiga, gramíneas, azeda e urticáceas.
As pessoas da região Trás-os-Montes e Alto Douro, bem como das regiões autónomas dos Açores e da Madeira podem estar mais descansadas, com um risco baixo de concentração de pólen previsto para esta semana.
O que são as alergias da primavera?
Na primavera, pessoas mais sensíveis são mais suscetíveis a ter alergias devido ao aumento da libertação de pólen de árvores, gramíneas e ervas que cirulam no ar com o vento e temperaturas amenas.
Estas partículas, quando entram em contacto com as mucosas, desencadeiam reações inflamatórias, como rinite, espirros, comichão no nariz e olhos e tosse intensa.
Como prevenir e cuidar das alergias?
Para prevenir e cuidar de alergias mais intensas na primavera, as farmacêuticas aconselham evitar sair de casa quando está muito vento (porque intensifica a circulação do pólen na atmosfera), fechar as janelas de casa e do carro e usar óculos de sol para proteger os olhos. Ao final do dia, tome banho após chegar a casa para remover o pólen do corpo, lave o nariz com soro fisiológico e utilize, se necessário e com recomendação médica, medicação anti-histamínica.