Relacionados
Pelo nono ano consecutivo, a Finlândia foi eleita o país mais feliz do mundo, segundo o Relatório Mundial da Felicidade, elaborado pela Universidade de Oxford em parceria com a Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
Portugal voltou a cair no ranking, passando do 60.º lugar em 2025 para o 69.º posto na edição de 2026. Entre os fatores negativos, destacam-se os níveis de perceção de corrupção, em 124.º lugar, e de generosidade, 108.º. Por outro lado, o país apresenta posições mais elevadas em esperança de vida saudável (22.º) e liberdade (27.º).
A Costa Rica continua a surpreender, subindo para a quarta posição, o melhor lugar de sempre para um país latino-americano no top 5, depois de ter ocupado o 23.º lugar em 2023.
O ranking considera respostas de cidadãos de 147 países a um inquérito global que avalia a “avaliação da vida” numa escala de 0 a 10. Outros fatores tidos em conta são o rendimento per capita, o apoio social, a esperança de vida, a liberdade e a perceção de corrupção.
Entre os 20 países mais felizes do mundo, após a Finlândia, seguem-se Islândia, Dinamarca, Costa Rica, Suécia, Noruega, Países Baixos, Israel, Luxemburgo e Suíça. Portugal está sensivelmente a meio da tabela, entre Colômbia (68.º) e Croácia (70.º).
O estudo revela uma tendência global positiva, com 79 países a registar ganhos significativos de felicidade entre 2006–2010 e 2023–2025, mas a maioria dos países ocidentais industrializados apresenta níveis de felicidade inferiores aos registados há 15 anos. Os países com quedas mais acentuadas estão frequentemente em zonas de conflito ou nas proximidades.