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A Polícia Judiciária localizou, esta quinta-feira, o corpo de um homem de 50 anos numa zona de mato em Esteval, no concelho de Loulé, avançando que existem “fortes indícios de morte violenta” relacionados com o caso.
O corpo será o de Ricardo Claro, gestor de um restaurante de luxo no Algarve, cujo desaparecimento tinha sido participado às autoridades em meados de março.
Segundo o comunicado da PJ, “o cadáver de um homem que se encontrava desaparecido desde o passado dia 13 de março” foi encontrado “num terreno baldio e de mato”, após diligências de investigação de natureza técnica e operacional. As autoridades indicam ainda que, numa fase inicial, foi possível apurar que o homem “teria sido vítima da prática de crimes de rapto e roubo”.
Após a descoberta, foi realizada uma inspeção judiciária ao local, com o apoio da GNR, sendo o corpo encaminhado para o Gabinete de Medicina Legal para autópsia. A PJ sublinha que, “na observação ao cenário identificado, resultam fortes indícios de morte violenta que, tudo indica, terá ocorrido na data do desaparecimento”.
No âmbito da investigação, as autoridades já identificaram um suspeito, de 39 anos, que se encontra em prisão preventiva. O caso continua em investigação, sob coordenação do Ministério Público de Faro, com o objetivo de “esclarecer cabalmente todos os factos” e apurar eventuais responsabilidades adicionais.