Relacionados
A delegação portuguesa do Conselho Internacional dos Museus (ICOM) sustentou na última segunda-feira que o novo Código Deontológico internacional para profissionais de museus «não confere, explícita ou implicitamente, a qualquer grupo, comunidade ou entidade o poder de vetar exposições, censurar conteúdos ou determinar a retirada de bens culturais de exposições».
O documento será votado em junho em Paris e admite censura em exposições que minorias considerem ofensivas, escreveu o Nascer do SOL na última edição.
Em comunicado assinado pelo seu presidente, o ICOM Portugal disse ainda que «rejeita leituras desviantes e simplistas que associam o trabalho ético e profissional do ICOM a agendas políticas», presumivelmente referindo-se ao facto de o candidato presidencial e líder do Chega, André Ventura, ter publicado um vídeo nas redes sociais, no dia 12, a insurgir-se contra as novas regras para museus.