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Os mais altos responsáveis pela gestão da pandemia em Portugal guardam escrupuloso silêncio sobre os contratos assinados com a indústria farmacêutica, nos quais o Estado português «reconhece que os efeitos a longo prazo e a eficácia da Vacina não são atualmente conhecidos» (ver aqui).
«Agradeço a atenção, mas, como sabe, o meu silêncio político é global», respondeu-nos Marcelo Rebelo de Sousa. António Costa não disse nada até ao fecho desta edição.
Por responder, ficam as três perguntas do SOL:
1) Conhecia os contratos?
2) Como compatibiliza as cláusulas sobre eficácia e efeitos secundários com as garantias dadas pelo Estado aos cidadãos?
3) Qual a sua posição sobre a petição, em análise na Assembleia da República, a favor da reparação extrajudicial dos lesados?
Uma petição pública subscrita por pelo menos setenta médicos reclama ao Estado a assunção da responsabilidade de indemnizar os cidadãos que adoeceram depois de serem vacinados — sempre que, depois de examinados, não se encontrar outra explicação para as respetivas lesões.