O ministro da Presidência admitiu que o período temporal exigido aos imigrantes para terem acesso à Prestação Social Única (PSU) poderá aumentar, mas rejeitou que possa atingir os cinco anos contributivos pretendidos pelo Chega. «Há uma data a partir da qual, por força de alterações que introduzimos no ano passado na lei de estrangeiros, já nem sequer é útil. Não há efeito útil em pedir, por exemplo, mais do que dois ou três anos porque é o período das autorizações de residência iniciais que são temporárias», disse Leitão Amaro.
Recorde-se que na proposta de lei está prevista a condição de residir legalmente há um ano.