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Portugal já tomou uma posição em relação ao Conselho de Paz criado pelo presidente norte-americano, Donald Trump - vai ser observador.
De acordo com declarações do Ministério dos Negócios Estrangeiros à Agência Lusa, Portugal vai marcar presença em reuniões do conselho. "No que a Gaza diz respeito, Portugal poderá disponibilizar-se, sempre como observador, para marcar presença em momentos que permitam consolidar o processo de paz ou de reconstrução”, indicou fonte do ministério a propósito da primeira reunião do organismo criado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
A criação do Conselho de Paz gerou várias polémicas, principalmente por se considerar que pode meter em causa o papel das Nações Unidas. No entanto, esse parece ser o objetivo: no texto enviado pela Casa Branca a todos os países convidados, pode ler-se uma critica explícita a instituições internacionais que “falharam repetidamente” numa alusão às Nações Unidas.
Inicialmente, o conselho era destinado a supervisionar os trabalhos de reconstrução de Gaza após mais de dois anos de conflito; no entanto, a Casa Branca veio reformular, dizendo que o Conselho visa "promover a estabilidade, restaurar uma governação fiável e legítima e garantir uma paz duradoura" em regiões afetadas ou ameaçadas por conflitos armados.