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Em causa estará a compra, em 2022, de uma moradia na Malveira por 775 mil euros a Pedro Pinto de Sousa, primo de Sócrates, conforme documentos consultados pelo SOL. A suspeita é de que o negócio possa enquadrar-se num padrão semelhante ao descrito no processo: operações imobiliárias que permitiriam fazer chegar dinheiro ao antigo governante. Pedro é irmão de José Paulo Pinto de Sousa, arguido na Operação Marquês e apontado pelo Ministério Público como testa de ferro de Sócrates.
O processo refere que cerca de 34 milhões de euros terão sido movimentados através de contas offshore na Suíça, geridas por Santos Silva. Após o descongelamento de bens decidido em 2021 pelo juiz Ivo Rosa, os movimentos patrimoniais terão sido retomados. Todos os detalhes desta investigação, documentos e ligações familiares são revelados na edição impressa do SOL desta sexta-feira, disponível nas bancas, e também no site do jornal.
Leia a investigação completa na edição impressa ou em sol.iol.pt esta sexta-feira