CNE admite adiar votação das presidenciais em zonas afetadas por calamidade

Se não houver condições para votar a 8 de fevereiro, eleições poderão realizar-se uma semana depois em concelhos atingidos pelas intempéries.
CNE admite adiar votação das presidenciais em zonas afetadas por calamidade

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) admite a possibilidade de adiamento da votação das eleições presidenciais em locais que estejam em situação de calamidade no dia do sufrágio ou nos três dias anteriores. Nesses casos excecionais, a votação poderá ser transferida para o domingo seguinte, dia 15.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, a CNE recorda que a Lei Eleitoral do Presidente da República prevê este mecanismo sempre que seja reconhecida a impossibilidade de funcionamento das assembleias ou secções de voto. A decisão cabe aos presidentes de câmara, no território continental, ou aos representantes da República, nas regiões autónomas.

Perante os efeitos das recentes intempéries, a comissão recomenda ainda que os eleitores confirmem antecipadamente o local onde irão votar na segunda volta das presidenciais, marcada para 8 de fevereiro. Em alguns concelhos e freguesias, foram necessários ajustamentos para garantir o normal funcionamento das mesas de voto.

A informação pode ser consultada através de uma mensagem SMS para o número 3838 ou no site oficial do recenseamento eleitoral.