terça-feira, 21 abr. 2026

Ricardo Nabais

Por que muda a hora?

O horário de Verão, que chega ao fim na madrugada deste domingo, dia 28, teve entre os seus principais impulsionadores Benjamin Franklin, então um cientista e inventor renomado que já tinha ganho um lugar na História como um dos pais fundadores dos EUA. Em 1784, Franklin defendeu num ensaio que a alteração da hora na Primavera (mais uma hora) permitiria uma poupança considerável nas velas, o principal meio de iluminação em todo o mundo antes da electricidade.

Um tratamento que promete ser uma bomba contra o cancro

O nome complicado encerra mais um contributo importante no combate a tumores. Chama-se PEGASEMP, tem autoria portuguesa e consiste numa nanopartícula (uma partícula tão pequena que, na escala métrica, está abaixo do micro e é menor do que uma célula) que é ministrada na corrente sanguínea do paciente. Segue-se então o reconhecimento automático de tumores e a libertação de um tratamento por quimioterapia localizado.

Escola? Nunca antes das 11h, diz especialista

Vários estudos de um instituto especializado em sono da Universidade de Oxford concluem que os adolescentes britânicos estão severamente privados de sono. O diretor da instituição, Paul Kelley, sugere até uma revolução nos horários escolares. As crianças entre os oito e os dez anos devem começar às 8h30, mas os adolescentes deveriam beneficiar de mais tempo: para os de 16 anos as 10h seriam ótima hora de entrada e os de 18 nunca devem iniciar as aulas antes das 11h.

Numa teia de números

Já foi a todas: a uma festa da Luta Operária, partido da extrema-esquerda em França, mas também a “alegres reuniões de franco-maçons” ou a encontros em associações com grupos de autistas.

Canábis danifica comunicação cerebral

Um estudo coordenado pelo psiquiatra português Tiago Reis Marques, do King’s College, de Londres, revela que o consumo de um tipo mais potente de canábis (o skunk) pode causar danos consideráveis na área cerebral responsável pela comunicação dos dois hemisférios.

Amazon vai de foguetão

Depois dos livros, dos discos, e até dos legumes, a distribuidora norte-americana online Amazon vai lançar-se no negócio aeroespacial. O dono da empresa, Jeff Bezos, anunciou que a sua nova empresa, especializada na área, lançou um foguetão com sucesso esta semana. Mas o lançamento, só por si, não é notícia: a novidade foi o regresso, em condições, do engenho, o que poderá permitir, no futuro, a reutilização de foguetões.

Como limpar os oceanos? Jovem de 21 anos explica

O problema dos resíduos nos oceanos, geralmente fora do frenesim dos media, é um dos que gera mais impacto ambiental no planeta. Segundo diversos especialistas, a quantidade de lixo que deixamos acumular todos os anos no Pacífico, no Atlântico e no Índico já é suficiente para formar uma ilha. 

Tudo é relatividade

Já todos conhecem a história de Newton: uma maçã caiu-lhe em cima da cabeça e a partir daí o sábio britânico concebeu toda uma teoria da gravidade. Cerca de 200 anos mais tarde, um físico de formação, aparentemente apagadote, já tinha publicado um artigo científico que começava a romper com os cânones da física até então.

Marrocos leva energia solar a um milhão de pessoas

Uma área de 35 campos de futebol com painéis solares alinhados na base da cordilheira do Atlas, numa área desértica promete levar esta energia alternativa a mais de um milhão de pessoas. A nova central de energia solar de Ouarzazate, no centro-sul de Marrocos, faz parte de um plano do governo daquele país do Norte de África em fornecer 42% da sua energia elétrica através de fontes renováveis até 2020.

Molenbeek, o ninho da serpente

Uma boulangerie do século XVIII anuncia em garrafais, nos vidros, a promessa de ‘gourmanderies belges’ (guloseimas belgas). Uns metros à frente - pode não chegar a um quilómetro - encontramos um Chicha Bar, cafezito onde podemos desfrutar de um cachimbo de água marroquino. 

Sea for Society, com os pés bem assentes no mar

Vários especialistas, representantes do setor empresarial e da sociedade civil reuniram-se no Parlamento Europeu (PE) em Bruxelas para firmarem um acordo sobre a transição para uma ‘sociedade azul’ e uma economia do mar sustentável e respeitadora do ambiente.

Antibióticos: menos é muito mais

Os dados não mentem. Todos os anos 25 mil pessoas morrem devido a infeções causadas por bactérias resistentes. E isto só na União Europeia. Globalmente, estima a Comissão Europeia (CE), com base em dados da OMS, esta cifra pode chegar aos 700 mil. E entre este ano e 2050 a estimativa pode ir às 10 milhões de mortes anuais se as atuais taxas de resistência aumentarem 40%.