Marta Cerqueira

Tailândia. A terra onde até Buda come Pad Thai

É a terra do buda, dos templos e dos monges. É a terra do picante, do street food e das cores que se comem com os olhos. É a terra do mergulho, das praias e dos cenários que parecem postais. Tailândias há muitas e aqui escrevemos a nossa, na semana em que se comemora, precisamente, o Songkran: o Ano-Novo Tailandês.

Bertalan Meskó. “No futuro não vamos ao médico. O médico é que vem até nós”

Conhecido como “médico futurista”, Bertalan Meskó quer ver a tecnologia ao serviço do paciente, mas nunca como substituto do médico

Cais do Ginjal. E das ruínas se faz futuro

Já foi um ponto náutico importante, a base industrial da margem sul do Tejo e o sustento de centenas que viviam da pesca. Hoje tem apenas dois restaurantes, milhares de graffiti e armazéns ao abandono. Mas não por muito tempo.  A câmara traçou um plano revolucionário para o Cais do Ginjal e, não tarda, a frente ribeirinha vai ser feita de casas, praças, lojas e hotéis 

Mau tempo. Chuva, vento e até um tornado

O mau tempo não tem dado tréguas ao país e parece que veio para ficar. Só no Algarve, a Proteção Civil registou mais de 50 ocorrências. 

O novo Cais do Ginjal vai ter casas, praças e hotéis

De um lado, o Tejo. Do outro, armazéns ao abandono. O atual cenário do Cais do Ginjal está prestes a mudar e onde agora se veem ruínas vai erguer-se uma nova margem Sul.

Os Tibetanos. Há 40 anos a pôr Lisboa a comer em modo zen

Abriu oficialmente em 1978, mas desde 75 que servia, ainda à porta fechada, os primeiros pratos vegetarianos que esta Lisboa já viu. E se a cozinha é internacional e bebe influências da Índia, Brasil e Japão, no topo do edifício, onde funciona o Templo Budista e uma escola de yoga e meditação, aí sim, só se respira Tibete

3, 2, 1, está aberta a época dos menus de luxo a vinte euros

Os restaurantes aderentes oferecem um menu com entrada, prato e sobremesa por vinte euros

EMEL. A informática falha mas as multas não

Manuel Monteiro pagou indevidamente pela estadia no parque de reboques da EMEL. Ana Martins foi multada quando a aplicação estava em baixo. A tolerância é zero, mesmo quando é a informática a falhar

Rally Mongol. Cinco amigos, um carro velho, 24 países e 16 mil quilómetros

Partem sem rede de segurança, num carro velho, e cheios de vontade de ajudar. Estes são os Carapaus de Corrida, que vão de Guimarães à Rússia para mostrar que viajar pode ser mais do que comprar uma viagem barata na Ryanair

Seca. Cidade do Cabo prepara-se para o dia em que da torneira não sai nada

Os duches não devem durar mais do que 90 segundos e o autoclismo só pode ser puxado uma vez por dia. Na Cidade do Cabo, o medo do dia zero – aquele em que a água será cortada – faz crescer as restrições

Pedro Dias. Ministério Público pede 25 anos de prisão

Homicida confessa ter disparado sobre dois GNR mas rejeita responsabilidades nas mortes de dois civis

EMEL. Uma empresa feita de parquímetros, multas, bicicletas e reboques

Em 2016, a Emel arrecadou 31 milhões de euros em coimas e estacionamento. Mas como a câmara de Lisboa quer que esta seja “cada vez menos uma empresa de estacionamento e cada vez mais uma empresa de mobilidade”, a aposta para 2018 são faixas de bus livres e rede de partilha de bicicletas