segunda-feira, 11 mai. 2026

José Eduardo Moniz

Já chega!

Há gente que acha que vale tudo em política. André Ventura é um deles. Porventura, o exemplo mais flagrante, na atualidade à portuguesa.

Maturidade precisa-se

O ruído da matilha a ladrar não pode ser o que define o sentido da marcha

O medo da transparência 

Não sei francamente se ainda serei surpreendido por alguma coisa que aconteça neste País.

O Ministro

Durante décadas, os docentes têm sido tratados como gente menor, mal remunerada, desautorizada, obrigada a andar com a casa às costas e sem incentivos ajustados aos sacrifícios exigidos.

Amêndoas amargas

É uma Páscoa estranha esta. Há medo no ar. Medo do que o presente e o futuro têm para dar.

A importância de saber falar

Pouco depois das nove da noite, mais de um milhão de portugueses não disfarçam o interesse naquele trio e tomam partido. Há quem não perdoe a Diogo, há os que se atiram a Ariana, por ser a ‘outra’ (a presumível agente responsável pelo fim de um romance de cinco anos), há quem estranhe e critique a passividade de Eva, no meio de todo o processo.

Mundo cão, País pelintra

Em todo este contexto, o que mais impressiona é o ponto a que as coisas chegaram, o poder imenso que, quando concentrado nas mãos de alguém e mal usado, se transforma numa máquina de alto índice de destruição de sonhos, projetos e valores.

Não matem a esperança!

Maior turbulência da que existe no Médio Oriente e nos mercados mundiais era difícil de adivinhar para acolher a posse do novo Presidente da República. 

Tempo de perguntas

Claramente, o cinzento não é a cor preferida de Passos Coelho, na prática política que defende. Já se tinha percebido, de intervenções dispersas, que não era preciso chamar um bruxo para adivinhar quem escolheria para dançar com ele a valsa. Agora, todas as dúvidas foram apagadas

Aplauso à imperfeição

Não me aflige a divergência, nem me assustam os consensos. Preocupam-me sim todas as tentativas de normalização de comportamentos, a que vamos, infelizmente, assistindo, como se a pluralidade que dá cor à vida se pudesse simplesmente diluir numa massa informe, sem identidade nem alma.

Haja memória!

Por vezes, com inusitada frequência, fica-se com a ideia de que Luís Montenegro acha que pode atuar como se o seu grupo parlamentar dispusesse de maioria. O orgulhosamente só tem tudo para correr mal. Dialogar não é abdicar das ideias próprias.

33 anos

Perdoem-me os leitores e a Direção deste jornal pelo abuso na utilização deste espaço, mas sinto-me compelido a falar no aniversário da TVI, que se celebra, de hoje a oito dias.