quarta-feira, 19 ago. 2026

José Eduardo Moniz

Aguente-se !

É óbvio que o que se passa com o ministro da Administração Interna não deveria estar a acontecer. As averiguações cruzadas de que é alvo Luís Neves (que sempre considerei um homem competente) se enfraquecem a sua autoridade, debilitam, sobretudo, o Governo e o primeiro-ministro.

Onde pára o maestro ?

À medida que o tempo passa vai ganhando raízes a ideia de que este Governo poderá, afinal, ser uma oportunidade perdida. Depois dos Executivos de António Costa, cujas saudades se esvaíram ainda antes da queda, esperar-se-ia um Governo de combate, unido na estratégia, coerente nas atitudes, firme nas decisões e solidário nas crises.

Males de Verão

Como a vida não pára, o melhor remédio é sempre olhar em frente e construir um dia de cada vez, acreditando que o que se segue será melhor do que o anterior

Terça-feira é outro dia

Há muito que se tornou evidente que se vive no universo do poucochinho. Roberto Martínez é um selecionador cujos fatos são feitos exclusivamente de prudência e conservadorismo. Já se percebeu que não gosta de arriscar e que não tem apelo interior nem competência para proceder a ruturas.

Viva o descanso!

Enfim, o futuro não se apresenta muito risonho e este último 10 de Junho não deu à luz nenhuma ideia nova quanto a uma efetiva regeneração do País, sem ser o do habitual apelo para que se distribua ainda mais o pouco que há.

Charlatanices

Se nada se alterar, se sociais-democratas e socialistas continuarem a insistir num discurso repetitivo e pouco menos do do que vazio e a espreitar por cima do ombro, com medo da própria sombra, estarão a adubar a terra onde o Chega se alimenta. Serão eles próprios a encaminhar André Ventura para a cadeira que ambiciona.

As asas do passado

O desinteresse dos mais jovens pela política e as alterações que o seu sentido de voto tem conhecido, em cada eleição, são diretamente proporcionais ao descrédito que os agentes políticos vão sofrendo, enclausurados que estão nos círculos onde julgam residir o poder, em resultado do desgaste que o divórcio das palavras, por um lado, e da ação, por outro, provoca.

Dói a todos!

Pedra a pedra vai [Passos Coelho] construindo um caminho, permitindo que se crie a ideia de um eventual regresso sebastiânico reunificador de uma Direita partida e falha de projeto

Já chega!

Há gente que acha que vale tudo em política. André Ventura é um deles. Porventura, o exemplo mais flagrante, na atualidade à portuguesa.

Maturidade precisa-se

O ruído da matilha a ladrar não pode ser o que define o sentido da marcha

O medo da transparência 

Não sei francamente se ainda serei surpreendido por alguma coisa que aconteça neste País.

O Ministro

Durante décadas, os docentes têm sido tratados como gente menor, mal remunerada, desautorizada, obrigada a andar com a casa às costas e sem incentivos ajustados aos sacrifícios exigidos.