Jorge Filipe de Almeida

O Filipe de Fraga, obra convidada do Museu Gulbenkian

Executado em 1644, entrada já a segunda metade da carreira do grande pintor espanhol (ativo de c. 1618 a 1660), o retrato impressiona pela serena mestria e pelo aristocrático bom gosto

Os Painéis de cara lavada. Mas com coração limpo? (II)

Encomendado no período imediato à morte do Infante Santo (5 de junho de 1443), o políptico estava terminado no decurso de 1445. Nuno Gonçalves e os seus contemporâneos viam os dois mártires – o infante D. Fernando e o diácono Vicente – irmanados, a um milénio de distância, pelo falecimento em cativeiro

Os Painéis de cara lavada. Mas com coração limpo?

O Políptico de S. Vicente de Fora encontra-se em processo de restauro, que deverá estar concluído no final do ano. Mas quem aparece ali representado? Quando foram pintadas as tábuas? E para quê? Afinal, existem para estas questões respostas límpidas que muitos teimam em ignorar.

A linha vermelha de Putin

A questão ucraniana é para a Rússia um assunto de segurança vital que pode estar a poucos passos de se tornar num casus belli. Uma possível intervenção militar no território vizinho foi evocada sem muitos rodeios pelo Kremlin.

O Infante D. Henrique. O rosto esclarecedor do ‘Homem de Chapeirão’ (2)

Oretrato do infante de Sagres num folio da Crónica dos feitos da Guiné, de Zurara, e a datação colocada pelo copista podem revelar-se providenciais para ver os Painéis de Nuno Gonçalves à luz da razão.

O Infante D. Henrique. O rosto esclarecedor do ‘Homem de Chapeirão’

Com o início do restauro do políptico de Nuno Gonçalves previsto para o dia 1 de junho, evocamos uma das suas figuras centrais, o Infante D. Henrique, e recordamos um pouco da história destas esplêndidas pinturas conservadas no Museu Nacional de Arte Antiga.

O vírus da geoestratégia

A escalada para a arma nuclear afigura-se como uma eventualidade quase certa no caso de um conflito que envolva as grandes potências. Debelada a pandemia de 2020, uma boa dose de realismo nas relações entre os Estados – pouca retórica e freio nas ambições – será benéfica para afastar perigos maiores.

O fruto amargo da guerra

Por Jorge Filipe de Almeida

A Adoração dos Magos na florença dos médicis

O menino salvo das bombas

Em 1944, a catedral de Friburgo sobreviveu quase miraculosamente aos bombardeamentos britânicos. Graças a essa feliz ocorrência, ainda hoje podemos contemplar, no seu contexto original, o altar de Hans Baldung com cenas da vida da Virgem.

Para quê acicatar o touro?

É aparente que a vida política norte-americana está disfuncional. No entanto, a culpabilização simplista da atuação do Presidente Trump não vai  ao fundo da questão. A eleição de Donald Trump – facto que, um ano já decorrido, ainda guarda qualquer coisa de surreal para grande parte da elite política americana – é mais sintoma do que causa da disfuncionalidade que grassa em Washington.

Apelo ao Presidente da República para que uma situação insólita seja corrigida