João Ribeiro-Bidaoui

O alerta que chegou tarde: a falha diplomática europeia perante a dependência tecnológica 

A capital precisa de saber, com antecedência, onde correm as inovações críticas, que cláusulas de reversibilidade existem, que pontos únicos de falha se acumulam e que mudanças legislativas podem produzir efeitos extraterritoriais sobre os nossos dados, contratos e acessos.

A Integridade Como Política Externa

Uma diplomacia ativa não tem de ser uma diplomacia capturada. O risco começa quando a proximidade deixa rasto opaco e a negociação cria dependências que não constam de nenhum relatório.

O sinal externo de uma escolha presidencial: o caso António José Seguro

A eleição presidencial não escolherá apenas um nome para consumo interno. Definirá também como Portugal quer ser lido lá fora: como parceiro previsível e influente, atento ao momento histórico, ou como ator errático, deslocado da realidade e ruidoso.

Menos edifícios, mais influência: diplomatas para a era da inteligência artificial

A diplomacia não é megafone; é sismógrafo e chave-de-fendas. Deteta antes, ajusta melhor, executa com discrição. Se nada mudar, continuaremos com embaixadas respeitáveis e influência escassa com manifesto desperdício de recursos...

Diplomacia simbólica vs. diplomacia prática: Como materializar o reconhecimento da Palestina

A credibilidade da diplomacia portuguesa não se mede pelas palavras que profere, mas pelos atos que as acompanham. Sem ação, o reconhecimento não passa de retórica.