terça-feira, 12 mai. 2026

João Marques de Almeida

Ventura: da demagogia ao socialismo

O Chega irá perder votos entre os mais jovens que estão fartos de políticos que defendem sobretudo os interesses dos mais velhos.

O ego de Pedro Nuno Santos

Como ministro meteu-se em inúmeras trapalhadas, e saiu muito caro aos portugueses com a nacionalização desastrosa da TAP. Como líder do PS, sofreu a pior derrota da história do partido, reduzindo-o ao terceiro lugar parlamentar, o que nunca tinha acontecido aos socialistas. Ora, não conseguiu ficar mais de seis meses em silêncio.

O multilateralismo de Sánchez e a legalização dos imigrantes em Espanha 

Os novos imigrantes legais em Espanha podem agora mudar-se para Portugal, para França, para a Alemanha, para a Itália, e assim sucessivamente. É este o entendimento de Sánchez do ‘multilateralismo progressista’ que defendeu em Barcelona.

Com Ventura, os debates são políticos

Antes de mais, estava convencido que seria um debate intelectual entre um ‘historiador’ conhecedor e um populista ignorante (chegar ao estúdio com mais de dez livros é de um ridículo atroz, uma espécie de novo-riquismo intelectual). Enganou-se completamente.

A Semana (de 21 a 25 de março)

Sabemos que o novo ministro da Administração Interna presta muita atenção à violência dos grupos de extrema-direita. Esperemos que também tenha tempo para olhar para a violência das extremas-esquerdas. E, além de olhar, de fazer alguma coisa.

A Semana (de 14 a 19 de março)

A última vez que olhei para o mapa do mundo, vi que o Irão está muito mais próximo da Europa do que dos Estados Unidos. Aqueles que na Europa ainda acreditam que o Irão com capacidade nuclear apenas ameaça Israel não percebem a natureza e a história do regime iraniano.

A semana (de 7 a 11 de março)

Restam duas questões importantes. Os Estados Unidos vão colocar uma força naval a patrulhar o estreito de Ormuz para restabelecer a navegação? Se o fizerem, vão pedir a países europeus para participarem nessa força? 

A Semana (de 28 de fevereiro a 4 de março)

A oposição espanhola torna ainda mais importante o apoio português. Reforça a importância de Portugal, no contexto da Península Ibérica, na NATO

A Semana

Como aconteceu entre 2019 e 2022, o bloco central informal entre Belém e São Bento vai de certo modo compensar a ausência de maioria absoluta do Governo. E Seguro será, a partir de agora, o líder de facto do PS

A Semana (de 14 a 19 de fevereiro)

Nenhum governo do mundo consegue travar tempestades, mas é inaceitável que regiões do país tenham estado sem energia e sem comunicações durante semanas. O Governo deve empenhar-se na execução de um grande programa de investimentos em infraestruturas nas regiões do centro do país.

A Semana (8 a 12 de fevereiro)

Em democracia, não há vencedores injustos. Dito isto, a dimensão da vitória não será uma fonte de poder e de influência. O poder conquista-se com o exercício das funções. Daqui a uns meses já ninguém se lembra da votação de Seguro.

A semana (de 31 de janeiro a 5 de fevereiro)

A paz na Ucrânia está ainda longe e a realidade continua a ser a guerra, os ataques militares da Rússia às cidades ucranianas, a destruição e as mortes. Mais uma guerra que se está a tornar banal, eis a verdadeira tragédia.