segunda-feira, 07 set. 2026

Filipa Moreira da Cruz

Entre a cólera e a peste

No país onde a baguette é uma instituição nacional ninguém arriscou a sair da linha. As políticas podem ser de esquerda, de direita ou do centro. Podem até mesmo tocar os extremos, mas ninguém é capaz de propôr um líder à altura da nação.

Três noites e dois dias e meio

Não deixo de salientar o poder que os portugueses têm de fazer tanto com tão pouco. E sempre com um sorriso. Pura magia. Não conheço um povo mais resiliente. Chapeau!

Morte certa, mas sem hora marcada

Para os que acreditam na vida eterna (como a minha mãe), é mais fácil e natural encarar o que se segue. A morte não é um fim, mas o meio para chegar ao outro mundo...

Crianças hiperativas ou adultos hiperpassivos?

O sistema de ensino ainda não é capaz de moldar-se aos tempos atuais. Continua rígido e intransigente. Exige que as crianças aprendam a ler e a contar ao mesmo tempo...

Êxodo urbano

A tão prezada tranquilidade tem os dias contados. O êxodo urbano mata o silêncio do campo e polui a praia mais paradisíaca

Humilhação na praça pública

Não há motivo nenhum que justifique a violência verbal ou física, seja a vítima um Presidente, um primeiro-ministro ou qualquer outro ser humano.

Grande mês de junho!

Junho é forte em comemorações, festas e emoções. Traz-nos sol e calor. Alegria e diversão. Mas também nos alerta para outros assuntos mais sérios e urgentes

Dia da Criança

Dedico o poema que segue aos que ainda são capazes de sonhar com um mundo melhor: as crianças. As que já foram, as que são e as que serão um dia.

Laissez faire, laissez passer!

Ninguém abandona a Pátria de ânimo leve. Os mais ricos continuam a pilhar as riquezas de Àfrica, mas não querem ser responsáveis pela miséria dos que lá (sobre)vivem...

Estará o trabalho tradicional em vias de extinção?

Talvez o meu filho tenha razão e daqui a 10 ou 15 anos exerça uma profissão que ainda não existe. Ou então irá resgatar um antigo ofício do desaparecido século XX

Crónica de um país desamparado

Enquanto todos estão com a cabeça na Lua e a sonhar com Marte, quem é que se preocupa com o sofrimento na Terra? 

Dia da Mãe

Dedico o poema que se segue a todas as mães e, em especial, à minha.