terça-feira, 13 jan. 2026

Diogo Vaz Pinto

Khaleda Zia. A mãe dos dragões do Bangladesh 

194?-2025. As tantas peripécias da primeira mulher a liderar o Bangladesh davam uma epopeia

Eduardo Brito. "Não gosto particularmente de sonhar. Acordo exausto por ser tudo tão detalhado e tenebroso "

Nascido em 1977, adaptou A Sibila de Agustina ao cinema. Além de realizador e guionista, é fotógrafo, dá aulas em Belas Artes e em Letras no Porto, e este ano deu-nos um pequeno livro que conseguiu devolver à narrativa um fôlego aventuroso de que há muito sentíamos falta

Gil de Carvalho. Forasteiro, mesmo na eternidade

1954-2025 Um poeta peculiaríssimo, que trouxe até nós o melhor da poesia chinesa

Rob Reiner. O filho que quis ter o nome do pai

1947-2025. Tendo redefinido géneros clássicos de Hollywood morreu numa tragédia grega.

Eduardo Brito. Um contraveneno face à frivolidade da ficção

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Frank Gehry. Um animador em grande escala

1929-2025. Um dos gigantes da arquitetura, Gehry criou edifícios vivos, falíveis, magníficos.

Clara Pinto Correia. As tantas vidas e mortes da nossa protagonista

1960-2025. A escritora e bióloga foi encontrada sem vida na terça-feira.

Constança Cunha e Sá. Um falcão das nossas redações

1958-2025 Entregou-se ao jornalismo como a um vício e morreu disso

EUA. Um imenso parque temático devotado à paranoia

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Miroslaw Chojecki. O ‘ministro do contrabando’ polaco

1949-2025. Chojecki construiu uma sofisticada rede de contrabando de literatura subversiva.

Sei Miguel. Algo além dessa dieta de fados

1961-2025. O músico que deu a Lisboa um eco capaz de um hábil e constante improviso.

Édouard Louis. ‘O meu pai sofreu dores de estômago por causa do Sarkozy’

Um dos mais combativos e mordazes pensadores de esquerda, usa a autobiografia para dissecar as desigualdades económicas e as tensões sociais. No seu mais recente livro, O Colapso, aborda sem rodeios o desamparo do seu irmão alcoólico, morto aos 38 anos