terça-feira, 21 jul. 2026

Diogo Pacheco de Amorim

O único partido que se localiza na direita é o Chega

Todos sabemos onde começou essa partição, inicialmente ‘topológica’, entre esquerda e direita. Só que poucos refletem sobre a razão para que esses dois termos.

Vamos a uma mão cheia de lugares-comuns que enxameiam por aí

Meia dúzia de termos e expressões retiradas à sorte de um saco onde se somam inúmeros lugares-comuns, nenhum deles inocente. Dava para um livro de centenas de páginas. Talvez alguém o venha a escrever. Seria uma utilíssima tarefa.

O centro-direita, o centro e o centro-esquerda

Uma expressão de mau gosto pretende que ‘o Natal é quando uma pessoa quiser’. Em Portugal, isto tem uma versão política: ‘A Direita é aquilo que cada um quiser’. Direita é, hoje, um conceito fluido e meramente operacional, a ser usado conforme os momentos políticos e os interesses circunstanciais da bolha político-mediática.

Os eleitores de Direita estão a consolidar-se no Chega

Já se esgotou para o PPD/PSD o tempo da ambiguidade. Agora terá de ser ou PPD, no centro-direita, ou PSD, no centro-esquerda...

Dois vencedores

Ventura não averbou uma «colossal derrota» nas presidenciais, pois que estas foram uma ‘matrioska’ eleitoral, duas eleições em que uma ocultava a outra no seu interior: Seguro corria para Belém. Ventura, para mais uma etapa em direção a S. Bento.

A importância de ter um Presidente à altura das circunstâncias

Um Governo que falha numa calamidade, é uma instituição que não está a funcionar. Aí cabe ao PR intervir. Talvez os portugueses estejam dispostos a pensar duas vezes qual o seu voto de domingo. Não há bons modelos que resistam a más pessoas

Os portugueses e o espetáculo do bando que ataca o homem só

A simples passagem de Ventura à 2.ª volta entregou-lhe a liderança da direita. Qualquer resultado nesta 2.ª volta acima dos 32,8% a reforçará

Para o PSD chegou a hora da verdade

Para as centenas de milhar de eleitores de direita que ainda seguiam o canto de sereia do‘voto útil contra o socialismo’ também chegou a sua hora da verdade.

André Ventura é o único candidato que não fala uma língua morta

Ventura oferece adequação histórica. Períodos de ruptura exigem personalidades fortes.

A captura de Maduro, o Direito Internacional e a ‘doutrina Barrot’

O Direito não tem força por si próprio, é um facto. E se isto é verdade quanto ao Direito em geral, muito mais o é quanto ao Direito Internacional Público em particular

Eleições presidenciais: um referendo ao sistema?

O sistema tem vindo a alienar a nossa soberania. Ao Presidente da República cabe, acima de tudo, zelar pela sua manutenção. Este é o grande desafio destas eleições.

Fim de ano. Alguns apontamentos

Nas eleições legislativas de maio o Chega veio quebrar o duopólio PS-PSD e tornou-se o segundo partido e líder da oposição. Foi notório o desconforto dos dois…