terça-feira, 18 ago. 2026

Carlos F. Alves

Um centralismo invisível, mas bem patente nas leis do trabalho!

Na Alemanha o Estado continua a assegurar direitos fundamentais, mas muitas decisões relativas à organização do trabalho são construídas através da negociação na empresa entre empregadores e representantes dos trabalhadores.

Berardo: o problema não foi só emprestar, também foi não executar

Se os bancos tivessem aplicado as regras básicas de sã e prudente gestão do financiamento alavancado, os contribuintes e os acionistas e depositantes portugueses não teriam sido chamados a pagar a fatura de mil milhões de euros. 

‘Lucros Excessivos’: estimular uns, banir outros

O que são ‘lucros excessivos’? O conceito é normativo e político, não científico. Refere-se a lucros ‘demasiado elevados’ do ponto de vista social ou político, mas não fornece um critério para mensurar a partir de que valor os lucros passam a ser excessivos.

O poder de decidir não é mais legítimo do que o dever de explicar

Os políticos têm a obrigação de atuar em nosso nome e no interesse coletivo. Isso implica que, em cada decisão relevante, sejam muito bem ponderados os benefícios e os custos das diferentes alternativas, e que a escolha recaia na solução que melhor serve ao país.

O Futuro das Pensões em Portugal: o Custo de um Fundo ‘Acorrentado’

Ao investir pelo menos metade do fundo em um único emitente, o FEFSS limita severamente a sua diversificação. É prudente ‘não colocar os ovos todos no mesmo cesto’. Ao depositar metade dos ovos num único cesto, limita-se a redução do risco.

Insistir em políticas erradas é estupidez!

A OCDE diagnostica o sistema fiscal português como complexo, fragmentado e excessivamente dependente de impostos sobre o trabalho e o consumo, com bases tributárias estreitas devido a despesas fiscais elevadas.

A digitalização no país do ‘Vale dos Correios’

É com especial perplexidade que constatamos que, decorrido o primeiro quarto do século XXI, uma instituição da administração pública, que deveria ser um exemplo de modernidade e de eficiência, continua a recorrer a meios de pagamento criados em 1912, data em que o ‘vale dos correios’ foi introduzido em Portugal...

Urge Desligar o Complicómetro

Sistema fiscal português: o que temos tem induzido os agentes económicos a investir muito e bem? O nosso sistema, com toda a sua complexidade, tem sido bem sucedido? As respostas só podem ser não e não. Então, de que estamos à espera para mudar?

Evasão fiscal não é um problema cultural

Definir ‘cultura’ não é fácil, nem consensual. Porém, seja o que for (práticas, valores, crenças, saberes, costumes, expressões artísticas ou modos de vida), é algo que dá identidade a um povo.

Mandarins Sem Rosto

Sinto-me um mandarim sem rosto, a soltar ‘ais’ a cada decisão que envolve a empresa. Os acionistas ‘finais’ da TAP somos nós, o povo português. Somos os ‘mandarins sem rosto’ que se sujeitam às decisões que vão sendo tomadas.