António Correia de Campos

Migrações

Governo que mexe, não dura, ministro que reforma é maltratado e despedido, inovação que revolucione desgasta-se em cinco anos.

O novo dilema do prisioneiro

Deixem-se de ficcionar a objetividade das escolhas. Nomeiem quem lhes der na governamental gana. Talvez assim consigam fazer algo de útil ao país e aos vossos e nossos filhos e netos.

O Pacto

Os cínicos dirão que nada vai resultar do Pacto para a Saúde, mais um relatório para a gaveta. Estão à espera que fique tudo na mesma. Os bem-intencionados desejarão que seja possível delimitar setores e progredir em resultados.

A vida na aldeia

O que continua a mudar, agora? Em poucos anos, a freguesia acolheu mais de trinta famílias estrangeiras, sobretudo brasileiras, colombianas e africanas

O consenso na Saúde

As reformas dos grandes sistemas não se fazem com mudanças radicais. Fazem-se na margem. Destruir bons serviços públicos em homenagem ao mercado corrói os fundamentos do Estado de direito.

O poder e a tribo

Vela, com todo o zelo por duas riquezas: um juízo e conduta irrepreensíveis e a mansuetude para os que forcejam por erguer-te obstáculos, ou te prejudicarem. Seria prova de fraqueza enfuriares-te contra eles, como o seria renunciar à ação e titubear, tremelicando de medo

O mantra das ‘reformas estruturais’

Algumas reformas permanecem no limbo aspiracional: a redução progressiva da carga fiscal, a reforma da justiça, acessibilidade, reeducação, com responsabilização menos corporativa na procuradoria republicana, a integração fiscal e dos registos no imobiliário.

Administração Pública

Qualquer que venha a ser a reforma iniciada, a dinâmica criada será sempre positiva, desde que tenha objetivos explícitos, consensualizáveis e metas de progressão a divulgar resultados e progresso alcançáveis.

Educação

Universidades e politécnicos cumpriram a sua missão com mérito, aumentaram decisivamente a produção científica com base nos indicadores disponíveis e cumpriram a missão implícita de promoverem o desenvolvimento regional e a fixação de diplomados. 

Segurança Social

Reforma da Segurança Social: Passos tem razão quando diz que tanto os governos anteriores, como o atual, que leva quase dois anos, já deveriam ter começado a trabalhar no assunto.

Seja bem-vindo, Dr. Passos Coelho

Em termos gerais, Passos Coelho continua a defender o financiamento da saúde por impostos, o que não é coisa pequena, para quem suscita o apoio da IL. E declara que não deseja que o SNS seja ‘um pobre serviço para gente pobre’.

De novo as Regiões

Um Plano Marshall para uma região afetada poderia ser o ensaio para bem se planear, financiar e executar o piloto da pretendida regionalização.