António Carlos Cortez

A necessidade das elites intelectuais: Edgar Morin & Maria Alzira Seixo

Perante a pornográfica forma de Trump e de outros fazerem política (Ventura está nesse naipe), lembro Maria Alzira Seixo: ‘é toda uma pedagogia da vida que é preciso repensar’.

Em tempo de guerra(s): Eros e Thanatos

É a morte a energia do trumpismo. Não há outra força a guiar a sede expansionista dos dirigentes americanos

Lembrar António Sérgio e a decadência portuguesa

Olhando para a subserviência dos nossos governantes para com políticas de guerra e de miséria geradas pela classe tecnocrata que manda e desmanda, é ainda a António Sérgio que teríamos também de recuar para interpretar, com crueza e rigor, a nossa decadência

O mundo uniforme ou Stefan Zweig nosso contemporáneo

Reféns da monotonia que tudo uniformiza, os ocidentais de hoje são os ocidentais de ontem, assim parece. Seremos?

José Cardoso Pires. Cem anos a escrever como quem caça

Cem anos depois do seu nascimento, continua a ser o desmistificador, o implacável investigador do nosso passado-sempre-presente a necessitar de esconjuração, de exorcismo - tantos são os vampiros e os crimes cometidos.

Cerca de muros quem te sonhas

Neste tempo em que a guerra de Trump e de Putin e dos mandarins do mundo parece ser o horizonte que nos espera, recuperemos lições clássicas, antigas, humanas, vindas da lucidez.

Viver sem tempo

Viver sem tempo… A política transformada num show permanente de mentiras. O jornalismo transformado em propaganda e doutrinação.

Feira do Livro do Porto: livros, conversas e um amigo

Nem trezentos anos de atraso mental e meio século de fascismo vencem os que amam os livros, as artes, a literatura...

A poesia contra o nojo

O nojo é próprio dos cobardes e dos assassinos de toda e qualquer forma de humanidade – até mesmo da poesia

José Gil. Pensar a vida, viver o corpo

Contra o controlo dos discursos, José Gil reclama ainda a magia da liberdade dos corpos. E contra a ascensão do mal, vislumbra uma hipótese: a ecologia.

O aviso de Klaus Mann. A barbárie e o ódio do Chega: como explicar?

O Chega explora o ressentimento dos espoliados do desenvolvimento e do progresso que a Democracia efetivamente concretizou

Em tempo de corvos cobras chacais

Há um poema de Sophia de Mello Breyner que devemos lembrar neste tempo de novos combates pela liberdade