Ana Catarina Mendes

A democracia europeia não se defende sozinha

Falar de autonomia estratégica tecnológica passou a ser também uma necessidade vital na defesa da democracia. É uma condição para proteger a nossa soberania democrática.

Um Governo contra os mais vulneráveis

Um Estado Social forte mede-se pela forma como protege os mais vulneráveis, não pela forma como os castiga ou condiciona.

Inteligência Artificial: o desafio político do nosso tempo

O grande desafio do século XXI será decidir aquilo que as sociedades democráticas estão dispostas a permitir que a tecnologia faça.

Não é justiça forte. É justiça espetáculo

Uma democracia madura não pode viver refém da espetacularização da justiça. Não pode aceitar que investigações destruam reputações durante anos sem acusação, porque a reputação não se absolve.

Abril também é trabalho digno

Defender Abril não é um exercício de memória nem um ritual vazio. É um compromisso com as conquistas da Revolução dos Cravos: a liberdade política e os direitos sociais concretos. Entre eles, o direito a um trabalho digno e protegido.

Eleições na Hungria: a Vitória da Democracia após 16 Anos de Orbán

Que os ventos democráticos que sopram na Hungria desde domingo tragam melhores condições de vida aos seus cidadãos.

Celebrar e Respeitar a Constituição

Este tipo de discurso, que por vezes aponta para a necessidade de construir a ‘quarta república’, levanta preocupações legítimas sobre o alcance e a profundidade das alterações pretendidas. Sabemos bem, portanto, o verdadeiro propósito, outra constituição.

O Caminho do PS: Transformar o Legado em Ação para o Futuro

Para mobilizar as pessoas é preciso uma renovação estratégica, proximidade social e inovação nas propostas políticas.

Ser aliado não é ser subalterno

A decisão do Governo português de autorizar os Estados Unidos a utilizarem a Base das Lajes volta a colocar Portugal perante um dilema antigo: até que ponto deve um país soberano subordinar a sua política externa aos interesses estratégicos de uma superpotência? A cedência agora feita, num contexto de elevada tensão internacional, é politicamente questionável e juridicamente inquietante.

Não é censura, é uma responsabilidade coletiva

A 10 de dezembro de 2025, a Austrália tornou-se o primeiro país do mundo a aprovar a proibição das redes sociais para utilizadores com menos de 16 anos.

A Gestão das tempestades

Momentos como estes exigem coragem para decidir, rapidez na ação, meios no terreno e uma coordenação exemplar das entidades públicas. O que não se exige, nem se aceita, é propaganda. As pessoas não precisam de vídeos institucionais; precisam de respostas, apoio e respeito.

Não há neutralidade quando a democracia está em causa

Não será um debate ideológico clássico. Será a escolha entre fortalecer ou corroer os pilares que nos sustentam enquanto sociedade livre e democrática