quinta-feira, 13 ago. 2026

Ana B. Carvalho

Guardas do Taj. “O trabalho do ator é entender a outra alma humana”

A obra de Rajiv Joseph chega hoje ao Tivoli BBVA com encenação de Rafael Primot. Os guardas – Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi – deram duas de letra ao i sobre a peça que vieram estrear a Portugal antes de chegar a solo brasileiro, onde nasceu.

Morte. “Transformámos uma sociedade de valores espirituais numa sociedade mercantil”

Os cemitérios tornaram-se lugares de turismo, o Panteão nacional tem tabela de preços para eventos. Mas como lidam os portugueses com a morte e o luto? 

Astrologia. "Somos uma civilização sem pernas para andar"

As civilizações antigas consultavam os astros como fonte de sabedoria. Nos dias de hoje também há quem se dedique ao estudoda astrologia, e Luís Resina é um dos mais antigos formadores nesta área. O i foi tentar perceber como é, afinal, viver à luz das estrelas

Relacionamentos. “A idade importa se só a idade importar”

Há quem tenha dez, vinte e até cinquenta anos de diferença, mas para que servem os números afinal? Quem vê idades não vê corações e este podia ser o lema dos vários casais que falaram ao i sobre as suas histórias de amor

Munique. Portugal palpita no coração da cidade alemã

Trotinetes, bicicletas e muito verde. As folhas amarelas e vermelhas pintam o chão da cidade. Munique está cheia de sol, mas é no primeiro restaurante português da cidade que encontramos o verdadeiro significado de calor

Conceição Gomes. “Há uma cultura judicial de tolerância à violência doméstica”

Um grupo de investigadores do Centro de Estudos Sociais e Observatório Permanente de Justiça da Universidade de Coimbra estudou 500 sentenças de tribunais sobre o crime de violência doméstica e as conclusões indicam que os magistrados portugueses não estão a levar o assunto a sério.

Centenas de manifestantes contra acórdão sobre violência doméstica

A grande adesão de manifestantes surpreendeu a organização

Viena. Aqui se juntam os resistentes da literatura austríaca

Depois de deixarmos a escura Budapeste, chegamos a uma Viena iluminada cheia de pessoas que nos sorriem. Numa antiga fábrica de locomotivas encontrámos um dos palcos da cultura alternativa da cidade

Hungria. “Estão a falsificar a nossa história”

Em Budapeste sente-se a pressão de um governo ditatorial e nacionalista que tenta alterar o passado em proveito próprio. Mas há ativistas que não desistem de manter vivo o respeito pelas vítimas da história de um país que parece ter esquecido o seu legado

Migrantes. Na Sérvia o pesadelo ainda não acabou

A fronteira da Sérvia foi a mais complicada de passar. Mandam-nos sair do autocarro, abrem-se todos os possíveis compartimentos e percebemos mais tarde que a situação do tráfico de migrantes assim o exige. Os que trabalham com o assunto contam-nos que a Sérvia está lotada e os que vieram a sonhar com a Europa não têm onde ficar

Macedónia. Viagem à capital europeia do kitsch

Ao visitar a capital da Macedónia fica-se com a sensação de que as ruas foram invadidas por seres inanimados de bronze, de todos os tamanhos e feitios. A estética é questionável, o número total de estátuas, ninguém sabe ao certo

Kosovo. “Não sonhas com mais quando não conheces melhor”

Eram crianças quando foram enviados como refugiados para outros países, assim que rebentou a guerra. Hoje não há espaço para muitos sonhos, já que não podem conhecer o que há para lá das fronteiras de alguns dos países vizinhos