Amadeu Araújo

Bombeiros julgados por desvio de dinheiro

Dois comandantes e o presidente da direcção dos Bombeiros de Vila Nova de Paiva vão ser julgados por desvio de verbas relativas ao combate aos fogos florestais. 

Caos no licenciamento de queimadas

Ninguém se entende com a legislação que permite aos municípios  autorizar a realização de queimas, queimadas e fogueiras, que estiveram na origem dos fogos que assolaram o Norte e o Centro do país na última semana. 

Imigração ilegal à boleia do futebol

Perto de mil estrangeiros terão já pagado para entrar em Portugal com a justificação de que vêm jogar futebol, ao abrigo de contratos profissionais e de formação desportiva. Mas na realidade o objectivo é conseguirem um visto e arranjarem empregos na Europa. Só na região Centro, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) detectou 157 alegados futebolistas que entretanto foram notificados para abandonarem o país, sob pena de afastamento coercivo.

Comboio regressa a Viseu

O comboio vai voltar a circular no Vale do Vouga, fazendo a ligação entre o Porto de Aveiro, Viseu e Vila Franca das Naves, onde encaixará na Linha da Beira Alta, seguindo depois para Espanha. A decisão está tomada e se a solução encontrada ficar abaixo dos 1,4 mil milhões de euros será uma realidade. O Governo está a negociar a solução com a União Europeia (UE) e impôs silêncio às associações empresariais.

Alteração da lei reduz penas no caso do Caramulo

Uma alteração da moldura penal valeu aos dois incendiários do Caramulo uma substancial redução da pena. Luís Patrick e Fernando Marinho foram condenados a 18 e 12 anos de prisão efectiva. Na sentença, o juiz-presidente esboçou as primeiras críticas, abalizadas por estar na posse do relatório ao grande fogo do Caramulo (que nunca foi divulgado na totalidade), à forma como é feito o combate aos incêndios.

Arguidos contam versões diferentes sobre autoria do fogo do Caramulo

Luís Patrick e Fernando Marinho contam versões diferentes sobre a autoria do grande incêndio do Caramulo que vitimou 4 bombeiros e feriu outros 13. Os jovens, de 28 e 20 anos, começaram hoje a ser julgados no Tribunal de Vouzela que ouviu ainda o pai de uma dos bombeiros que morreu nos fogos ateados a 20 de Agosto de 2013.

Patrick nega autoria dos incêndios do Caramulo

Luís Patrick, um dos dois suspeitos da autoria do grande incêndio do Caramulo e que esta terça-feira começou a ser julgado, negou a autoria dos fogos. E garantiu que a 20 de Agosto de 2013 – quando começaram os incêndios  – estivesse estado com Fernando Marinho, o segundo arguido. O tribunal já decidiu que irá fazer uma reconstituição do sucedido.

Tribunal ordena reconstituição de cenário onde morreram quatro bombeiros

O Tribunal de Vouzela ordenou esta terça-feira a reconstituição do cenário em que morreram quatro bombeiros num incêndio na serra do Caramulo.

PSP mal fardados levam processo

Há agentes da PSP que estão a ser alvo de processos disciplinares por se apresentarem uniformizados sem o rigor exigido pelos regulamentos, devido à escassez de fardas nos depósitos da PSP.

Ordem quer averiguação em Aveiro

A Ordem dos Médicos (OM) quer uma averiguação ao funcionamento e qualidade dos serviços prestados no Hospital de Aveiro, onde morreu um médico quando se preparava para realizar uma cirurgia. A unidade, integrada no Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV) e que atende por dia uma média de 300 adultos e 100 crianças, está em ruptura iminente, com falta de médicos, de enfermeiros e de vagas para internamentos.

Falhas das viaturas do INEM sem penalização

O Ministério da Saúde não está a penalizar as administrações dos hospitais que têm deixado as viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) paradas por falta de tripulação. A denúncia é feita pelo bastonário da Ordem dos Médicos, que acusa os hospitais de não elaborarem devidamente as escalas de profissionais para aquele serviço de emergência, o que está a causar falhas graves no socorro às vítimas em todo o país, como sucedeu esta semana.

Grupo Lena condenado em negócio imobiliário

O Grupo Lena foi condenado em tribunal a pagar 2,2 milhões de euros a dois empresários, num diferendo sobre um negócio imobiliário no Algarve. A empresa vendeu um terreno para a construção de um resort em Armação de Pêra e não queria dar uma percentagem aos intermediários, mas o juiz obrigou a fazer o pagamento.