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Murilo tinha acabado de completar 11 anos quando morreu por ter sido diagnosticado com cancro terminal, seis meses antes.
Nos últimos dias de vida, e já consciente da gravidade do quadro clínico, o menino escreveu uma carta de despedida aos colegas da escola, que está a emocionar o mundo.
"Vim aqui despedir-me porque vou fazer uma viagem igual à excursão da escola, mas desta vez não vou voltar. Vou ficar lá” lê-se na carta.
"Professora Sónia, adoro-a. Obrigado por me ensinar. Pedro, ensina a lição de matemática à Ana, está bem? Eu não posso mais ensinar. Amo-vos a todos.”
Desde que receberam o diagnóstico, os pais optaram por conversar com Murilo de forma sincera e a reação do menino foi surpreendente. "Agora quem vai cuidar de vocês?", perguntou Murilo.
"Não ficámos surpresos, pois sempre soubemos da força que ele tinha.", afirmou Adriana Gomes, mãe do menino.
Apesar da idade, Murilo surpreendeu familiares e educadores pela maturidade emocional com que enfrentou a doença. Terá enfrentado tratamentos intensos durante os seis meses e o seu último pedido foi para morrer em casa, rodeado dos seus brinquedos e a assistir aos desenhos animados que mais gostava, o SpongeBob.
"O meu filho foi um exemplo de força, de fé e de coragem." escreveu a mãe nas redes sociais.
O caso aconteceu no Brasil.