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A promessa é explícita: "caçar e matar" o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu.
“Se este criminoso assassino de crianças ainda estiver vivo, continuaremos a caçá-lo e a matá-lo com todas as nossas forças”, escreveu a Guarda Revolucionária iraniana num comunicado emitido no 16.º dia de conflito.
Os Emirados Árabes Unidos relataram este domingo novo ataque com míssies iranianos. As autoridades continuam a aconselhar os residentes a abrigarem-se em "lugares seguros".
Também o gabinete de imprensa de Abu Dhabi registou um incêndio que terá sido desencadeado por um drone que atingiu a petrolífera na zona de Ruwais, sem registo de vítimas. Já o mesmo gabinete no Dubai, informou que os sistemas de defesa aérea intercetaram drones nas zonas de Marina e Al Sufouh. Recorde-se que os Emirados Árabes Unidos referiram anteriormente ter "o direito de se defender". No entanto, de acordo com o conselheiro da presidência, Anwar Gargash, vão "continuar a priorizar a razão e a lógica". "Os Emirados Árabes Unidos fizeram esforços sinceros até o último momento para mediar o conflito entre Washington e Teerão e evitar essa guerra", escreveu na rede social X.
O Irão considera desde o início os portos dos Emirados Árabes Unidos "alvos legítimos", bem como agora a Ucrânia por um "suposto apoio" com drones a Israel.
Na Arábia Saudita, o Ministério da Defesa informou ter intercetado pelo menos 12 drones nas últimas horas, tal como no Kuwait, que abateram cinco drones num dia, de acordo com a Guarda Nacional.
“O que estamos a fazer é simplesmente aplicar o conhecido princípio de olho por olho”, declarou, no sábado, o ministro dos negócios estrangeiros do Irão, Abbas Araqhchi.