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Os restos mortais da assistente administrativa do Laboratório Nacional de Los Alamos foram encontrados numa floresta no Novo México um ano depois do seu desaparecimento.
Melissa Casias, funcionária de um dos maiores e mais prestigiados centros de investigação científica e tecnológica multidisciplinar do mundo nos EUA, foi dada como desaparecida em junho do ano passado, o que gerou grandes especulações sobre pelo menos 10 desaparecimentos na comunidade científica dos Estados Unidos.
No passado dia 28 de maio, um homem que caminhava na Floresta Nacional de Carson deu o alerta às autoridades sobre os restos mortais que encontrou. Uma arma de fogo foi também encontrada nas proximidades, de acordo com a BBC. De acordo com as autoridades, esta área já tinha sido revistada.
O corpo está agora a ser autopsiado para revelar mais detalhes sobre as circunstâncias da morte.
"Isto é muita coisa para processar. Os nossos coração estão pesados e pretendemos continuar a procurar respostas na justiça", lamentou a família em comunicado.
Melissa Casias, de 53 anos, trabalhava no Laboratório Nacional de Los Alamos, onde conduzia a pesquisa nuclear defensiva dos EUa e onde as primeiras armas atómicas do mundo foram desenvolvidas durante a Segunda Guerra Mundial.
Desapareceu no dia 26 de junho, após não ter ido trabalhar nem voltado para casa num dia em que foi visitar a filha. A família descobriu depois que os seus pertences pessoais tinham sido deixados para trás.
Este desaparecimento fez parte de um conjunto de teorias da conspiração que envolvem cientistas norte-americanos desaparecidos, incluindo um general reformado da Força Aérea, um engenheiro e o professor de física português do Instituto de Tecnologia de Massachusetts Nuno Loureiro, morto por um ex-colega da universidade.