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Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos mataram na mdrugada deste domingo um homem armado que abriu fogo junto a um ponto de controlo de segurança nas imediações da Casa Branca.
Segundo as autoridades norte-americanas, o incidente ocorreu quando o suspeito se aproximou de um posto de controlo de segurança na Avenida Pensilvânia e começou a disparar contra os agentes.
Os elementos do Serviço Secreto responderam de imediato aos tiros e atingiram o homem, que acabou por morrer posteriormente num hospital da zona.
O suspeito foi identificado como Nasire Best, de 21 anos, que já era conhecido das autoridades federais.
De acordo com fontes citadas pela ABC e pela CNN, o jovem tinha sido anteriormente detido após tentar entrar na Casa Branca e ultrapassar controlos de segurança. Em julho de 2025, um juiz emitiu uma ordem que o obrigava a manter-se afastado do complexo presidencial.
As autoridades revelaram ainda que Nasire Best tinha antecedentes de internamento psiquiátrico involuntário e publicações nas redes sociais nas quais afirmava ser “Deus”, “Jesus Cristo” e “o verdadeiro Osama bin Laden”.
Segundo fontes policiais, existiam igualmente mensagens nas redes sociais que indicavam um possível desejo de fazer mal ao presidente norte-americano, Donald Trump.
Durante o tiroteio, um transeunte foi atingido por disparos e ficou em estado crítico. As autoridades ainda investigam se a vítima foi atingida pelos tiros iniciais do suspeito ou durante a troca de tiros com os agentes federais.
Nenhum elemento do Serviço Secreto dos Estados Unidos ficou ferido.
No momento do ataque, Donald Trump encontrava-se na Casa Branca e não foi afetado pelo incidente.
Após o ataque, o presidente norte-americano elogiou a atuação das forças de segurança através de uma publicação na Truth Social.
“Obrigado ao nosso grande Serviço Secreto e aos agentes da lei pela resposta rápida e profissional”, escreveu Trump, acrescentando que o episódio demonstra a importância de reforçar a segurança presidencial.
O incidente desencadeou uma forte resposta de emergência nas imediações da Casa Branca. Jornalistas presentes no local relataram ter ouvido dezenas de disparos, sendo posteriormente encaminhados para a sala de imprensa enquanto os agentes gritavam ordens para que todos se protegessem.
Agentes armados bloquearam o acesso à zona do relvado norte da Casa Branca durante cerca de 40 minutos, até a situação ser considerada controlada.
O diretor do FBI, Kash Patel, confirmou que a agência está a colaborar na investigação ao ataque.