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O primeiro-ministro americano participou na passada terça-feira, dia 14, num evento da Turning Point USA na Universidade da Geórgia, onde afirmou que o Papa Leão XIV deveria "ter cuidado" ao falar sobre teologia.
J.D Vance argumentou que o Papa Leão XIV, que recentemente afirmou “Deus não abençoa conflitos e seus discípulos não apoiam quem lança bombas", se esquecia de exemplos históricos como a Segunda Guerra Mundial. “Estava Deus do lado dos americanos que libertaram a França dos nazis? Estava Deus do lado dos americanos que libertaram os campos do Holocausto e salvaram aquelas pessoas inocentes, os sobreviventes? Eu acredito que sim”, afirmou.
Católico assumido e tendo-se reunido com o líder da Igreja Católica em maio, Vance disse apreciar quando o pontífice se pronuncia sobre “questões de guerra e paz”, mas admitiu que, por vezes, discorda das suas posições, dizendo que achava “fundamental” que o Papa fosse “cuidadoso quando fala de teologia”. Referiu ainda que “se alguém quer opinar sobre assuntos teológicos, tem de ser cauteloso. É preciso garantir que essas posições estão ancoradas na verdade — algo que procuro fazer”.
Foi também nesse evento que o senador saiu em defesa de Donald Trump no caso Epstein, afirmando que o apoia, com convicção e que se devia “sem dúvida, investigar” o criminoso sexualv condenado. Acrescentou ainda que, não quer "ver gente poderosa envolvida neste comportamento repugnante”. No entanto, afirmou, que tinha que “defender o presidente nesta questão” e que “Jeffrey Epstein odiava Donald Trump, e Donald Trump também odiava Jeffrey Epstein".