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A cantora norte-americana Ariana Grande pediu publicamente à Casa Branca que deixe de utilizar a sua música em conteúdos políticos divulgados nas redes sociais, depois de um vídeo oficial associar uma das suas canções a uma operação de imigração.
O vídeo, divulgado na conta oficial na Casa Branca na rede social TikTok, agora com o som removido, era acompanhado pela música "Bye", do álbum eternal sunshine, lançado em 2024, enquanto várias pessoas eram detidas, no contexto da política de imigração da administração de Donald Trump.
“Não usem a minha música”
Ariana Grande reagiu ao caso através de um comentário na própria publicação, na qual condenou a utilização dos seus temas neste contexto, pedindo que a sua música não seja associada a conteúdos de natureza política ou relacionados com operações de deportação.
"Por favor, não usem a minha música em relação a esta barbaridade desumana e hedionda.", escreveu.
Mais tarde o comentário da cantora deixou de ser visível e o som removido, segundo a BBC, citada pela SIC Notícias.
Casa Branca não tardou em responder
"O que é verdadeiramente bárbaro, desumano e hediondo são os imigrantes ilegais criminosos que feriram e assassinaram cidadãos americanos inocentes”, afirmou a porta-voz Abigail Jackson, citada pela mesma fonte.
Casa Branca já foi alvo de críticas semelhantes
Este não é um caso isolado. Outros artistas internacionais já criticaram o uso das suas músicas em conteúdos políticos sem autorização explícita, sobretudo em publicações relacionadas com imigração e operações policiais. Sabrina Carpenter, ABBA, Celine Dion e Beyoncé representam alguns desses nomes.