Cinco turistas italianos morreram durante uma atividade de mergulho nas Maldivas, numa tragédia ocorrida ao largo do atol de Vaavu, uma das zonas mais procuradas do arquipélago para mergulho técnico e exploração subaquática.
De acordo com a BBC, quatro das vítimas faziam parte de uma equipa da Universidade de Génova, incluindo a professora de ecologia Monica Montefalcone, a sua filha Giorgia Sommacal, a investigadora Muriel Oddenino e Federico Gualtieri, licenciado em biologia marinha. A quinta vítima foi identificada como Gianluca Benedetti, gestor de operações de embarcações e instrutor de mergulho
"Acredita-se que os mergulhadores morreram enquanto tentavam explorar grutas a uma profundidade de 50 metros", afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália, citado pela mesma fonte.
O desaparecimento dos mergulhadores foi reportado pela tripulação da embarcação, quando nenhum dos cinco voltou à superfície.
As autoridades informaram que um corpo foi encontrado numa gruta a cerca de 60 metros de profundidade e que os outros quatro mergulhadores também estariam no local.
As autoridades das Maldivas estão agora a investigar as circunstâncias do acidente, incluindo possíveis dificuldades relacionadas com correntes marítimas e condições meteorológicas adversas no momento da atividade.
A Universidade de Génova lamentou a morte dos membros da equipa, descrevendo-os como profissionais altamente qualificados e profundamente dedicados à investigação científica.
A BBC descreve este acidente como o pior acidente de mergulho alguma vez registado na pequena nação insular do Oceano Índico.