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Donald Trump informou durante a madrugada deste domingo que os Estados Unidos resgataram o segundo tripulante da aeronave abatida na sexta-feira pelo Irão.
"Ele ficou ferido, mas vai ficar bem", escreveu o presidente norte-americano numa publicação na sua rede social Truth Social, e acrescentou: “O Exército dos Estados Unidos executou uma das operações de busca e resgate mais ousada da História dos EUA”.
Donald Trump explicou ainda que foram enviadas "dezenas de aeronaves, armadas com as armas mais letais do mundo" para encontrar o militar. "O facto de termos sido capazes de executar estas duas operações sem um único americano morto, ou sequer ferido, prova mais uma vez que alcançámos domínio e superioridade aérea nos ceús iranianos”, pode ainda ler-se.
A versão do Irão
Apesar da mensagem do Presidente norte-americano, o Irão tem outra versão. O porta-voz do Quartel General Central Khatam al-Anbiya, o coronel Ebrahim Zolfagari, informou este domingo que Teerão travou uma tentativa dos EUA de resgatar o piloto do caça abatido.
“As aeronaves invasoras do inimigo no sul de Isfahan, incluindo dois helicópteros Black Hawk e um avião de transporte militar C-130, foram atingidas (…) e a tentativa de resgatar o piloto falhou”, asseguraram, de acordo com o noticiado pela agência Tasnim, ciatda pela agência Lusa.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão anunciou ainda que as aeronaves que entraram no país foram destruídas e qualificou o episódio como uma "nova derrota humilhante" para os EUA. Em comunicado, a Guarda Revolucionária desmente a mensagem de Trump, acusando-o de tentar encobrir o "fracasso da operação".