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Na altura em que se comemora o 100.º aniversário do ícone Marilyn Monroe caso ainda estivesse viva, bate-se um recorde do Guiness em sua homenagem. Milhares de pessoas juntaram-se em Palm Springs, no estado norte-americano da Califórnia, todas muito parecidas com a mulher que se transformou num fenómeno cultural.
Com um vestido branco esvoaçante e de cabelo loiro platinado, este foi o maior encontro de pessoas caracterizadas como Marilyn Monroe de sempre.
A iniciativa partiu da Greater Palm Springs Pride, uma organização sem fins lucrativos do sul da Califórnia. Apareceram 1.037 pessoas, que superaram de forma confortável o recorde antes estabelecido de 254 participantes, numa iniciativa realizada em 2020, na Austrália.
64 anos após a morte, continua a ser um ícone mundial
Nascida a 1 de junho de 1926, Norma Jeane Mortenson, o verdadeiro nome de Marilyn Monroe, começou a trabalhar como modelo. Na altura em que assinou o contrato com a 20th Century Fox, um dos maiores e mais históricos estúdios de produção e distribuição de cinema e televisão de Hollywood, adotou o nome artístico, em referência à atriz da Broadway Marilyn Miller e ao apelido de solteira da mãe.
Em pouco tempo, Marilyn Monroe tornou-se numa das maiores estrelas de Hollywood do mundo. Destacam-se filmes como "Os homens Preferem as Loiras", "Como se Conquista um Milionário" e "O Pecado Mora ao Lado".
Ainda hoje, fora do mundo de modelo e cinema, destacam-se momentos como o "Happy Birthday Mr. President", que cantou para John F. Kennedy em 1962, e a música que ainda hoje é transversal a várias gerações "Diamonds Are a Girl's Best Friend".
No dia 4 de agosto de 1962, Marilyn Monroe foi encontrada morta na sua em casa, em Los Angels, aos 36 anos. Tornou-se numa morte misteriosa, embora as autoridades a tenham cocnluído como uma overdose de barbitúricos, fármacos depressores do Sistema Nervoso Central que causam um forte efeito calmante.