Jyoti Sinku, de 31 anos, foi queimada viva por suspeitas da prática de bruxaria em Jharkhand, no leste da Índia. Os agressores fizeram ainda o mesmo com o filho, de menos de um ano.
O casal e o filho viviam em Kudsai, uma pequena aldeia indiana. Na noite da passada terça-feira, cerca de 12 habitantes da aldeia deslocaram-se à casa da família para acusar o casal de bruxaria. O marido da vítima, Kolhan Sinku, propôs que o caso fosse debatido no conselho da aldeia, algo idêntido a uma reunião de moradores da pequena aldeia - mas o pedido foi recusado. Um dos indivíduos terá "regado" o casal de gasóleo, juntamente com o bebé que estava junto dos dois. A mãe e o filho morreram no local. Kolhan Sinku conseguiu fugir com o corpo ainda em chamas.
Quatro pessoas já foram detidas pelo crime, de acordo com o The Times of India. A polícia local montou uma equipa especial para localizar os alegados agressores e a acusação baseia-se em homícidio e conspiração criminosa, com base no testemunho do marido e pai das vítimas.
As acusações de bruxaria baseavam-se em rumores de mortes súbidas de gado e pela morte de um habitante da aldeia.